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As premonições das missões de Divaldo


Washington Luiz Nogueira Fernandes

Em edições anteriores vimos alguns fatos que estão registrados e que profetizaram a missão de Divaldo, na oratória. Veremos agora outras profecias, onde foi prevista a missão de Divaldo em outras áreas de atuação e em alguns casos o profeta foi o próprio Divaldo:

- numa das suas primeiras visitas a Aracaju/SE, em meados da década de 1940, onde proferiu sua primeira palestra espírita em 1947, uma médium veio falar com Divaldo para dizer que, durante sua palestra, ela teve uma visão espiritual na qual ele estava rodeado de muitas crianças, brincando. Divaldo ouviu aquilo meio intrigado, sem entender o significado naquele momento;

- em 1948 houve outra profecia dessa missão na educação, desta vez por ele mesmo. Em 1948, Divaldo estava numa pequena viagem de trem e, reclinado na poltrona, olhou pela janela. Viu espiritualmente uma paisagem verdejante, com muitas casas, construções e algazarra de crianças. De costas, estava um homem, que se voltou para trás e ele se deu conta que era ele mesmo, envelhecido. Ouviu uma voz que lhe disse: Isto é o que tu deves fazer de tua vida. Claro que, naquele momento, Divaldo novamente nada entendeu do significado daquela verdadeira profecia, que começou a fazer sentido depois;

- em 1949 aconteceu uma comunicação mediúnica, através de Divaldo, numa reunião com um grupo de amigos, onde aconteceu uma mensagem espiritual explícita. Os amigos presentes contaram a Divaldo que os Espíritos haviam dito que estavam interessados em que aquele grupo se dedicasse a uma obra de educação. Inicialmente, um trabalho de educação mediante lares substitutos. Depois, transfeririam as crianças para o que seria uma comunidade, com atividades. Isto realmente o que aconteceu anos depois;

- com relação à sua tarefa psicográfica, começada em 1949, o Espírito Joanna de Ângelis selecionou mensagens de sua própria autoria que Divaldo havia psicografado ao longo dos anos e, em 1964, disse a Divaldo que estava em sua tarefa a atividade do livro. Ele se surpreendeu, porque nunca sonhara em publicar uma obra. O Prof. Carlos Torres Pastorino ofereceu-se para publicá-lo, pela editora que ele fundara. Assim se fez e Divaldo, emocionado, certa noite colocou seu primeiro livro mediúnico publicado, encostado no quebra-luz. Ele percebeu a presença do Espírito Joanna de Ângelis, como uma fada, e ela colocou um botão de rosa em pé, no sentido transversal do livro. O botão fechadinho começou a desabrochar, tornando-se uma rosa belíssima. Depois começou a fenecer, caíram as pétalas, dando a impressão de serem de sangue. Então, Joanna lhe falou que aquele era seu futuro psicográfico. A flor era a mensagem e a parte de Divaldo seria do sofrimento. Se ele desse o testemunho do silêncio, recebendo a crítica mordaz, sarcástica e a perversidade alheia, aceitando como fenômeno natural, sem se defender porque o defensor de todos é Jesus, além do que quem quer defender-se perde tempo, se ele tivesse a coragem de levar a missão adiante poderia contar com ela. Esta profecia também se cumpriu integralmente.

 
     
 
 
 
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