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Divaldo pela primeira vez na Nova Zelândia




“Estou muito feliz com minha vinda e com o nascimento de mais uma semente!”
Vanessa Soares

Cerca de 100 pessoas assistiram a palestra “Do estresse e depressão para a consciência espiritual”, que Divaldo Pereira Franco proferiu na cidade de Auckland, a maior do país com 4,5 milhões de habitantes. Considere lotação máxima, já que não existe um cenário da Doutrina no país, as pessoas não conhecem o Evangelho e, na maior Biblioteca Pública não existe nenhum livro sobre Allan Kardec. O trabalho é de empreendimento, assim como toda a história do Espiritismo no Brasil, mas o Grupo Espírita da Nova Zelândia trabalhou duro e conseguiu fazer essa primeira visita de Divaldo um super sucesso!

Quase 20% eram estrangeiros, entre eles os próprios neozelandeses, ingleses, portugueses e paraguaios, o que fez a organização escalar um tradutor, Mani Fagundes, brasileiro, radicado no país há dez anos. O evento aconteceu no Centro Comunitário da Parnell, e a sala, com lotação para 90 pessoas, teve que buscar cadeiras reservas. Segundo Divaldo, a expectativa seria palestrar para não mais que vinte pessoas, já que ele havia tentado outras duas vezes vir ao país, mas a falta de público impossibilitou a realização. “Vir para cá é um sonho antigo, porque eu já sabia que o movimento não existia”, comentou.

O amigo Nilson de Souza Pereira acompanhou Divaldo durante os dois dias e meio que ficaram em Auckland. Com eles, Glória Collaroy, Presidente da Fundação Joana de Cusa em Sidney, Austrália, que veio prestigiar o nascimento oficial do Grupo Espírita da Nova Zelândia e ainda fez uma doação de livros espíritas em inglês. Eduardo Araújo, que já tem uma história extensa de apoio e divulgação da Doutrina, no Paraná, representou o grupo e ainda orientou Divaldo no turismo pela cidade.

Alguns instantes antes de iniciar a palestra, Divaldo pode presenciar a entrada de um espírito maori, que se apresentou como protetor do local e representante da comunidade presente. Para quem não conhece, os maoris viviam no país, antes que os ingleses chegassem para a colonização. “O ambiente estava muito protegido e com muitos irmãos espirituais fazendo o trabalho de purificação, limpeza e energização para o evento, além de amigos desencarnados que fizeram muita história no Espiritismo no Brasil.

Durante uma hora Divaldo falou das causas da Depressão e do Estresse e explicou que o despertar da consciência espírita é o grande passo para debelar esses males. Ao final da palestra ele ainda atendeu a perguntas do público e fez a prece de encerramento.

O Grupo Espírita da Nova Zelândia está dando seus primeiros passos, nem tendo ainda elegido um nome para si. É sabido que essa não é das missões mais facéis, mas o grupo aceitou o desafio e vai seguir as orientacões do nosso sábio amigo Divaldo que, durante sua visita, pode orientar a equipe  como direcionar as energias nesse começo, não se esquecendo que a língua inglesa precisa ser mais que oficial, ou, ao menos, em 50% das atividades. Isso porque o propósito é divulgar a Doutrina no país, não somente para os brasileiros.

Após a passagem pela Nova Zelândia, Divaldo foi à Austrália cumprir agenda de palestras em Sidney e Melbourne, entre os dias 14 e 18 de julho. Foi a terceira vez que o conferencista esteve no país para atividades doutrinárias.

Em seguida, no dia 20, retornou a sua cidade, Salvador (BA), após 38 horas de viagem e escalas em aeroportos, para prosseguir nas lides por alguns dias, em território nacional. Em setembro, Divaldo irá embarcar ao Exterior outra vez, rumo a Argentina e Uruguai.

Matéria publicada no Jornal Mundo Espírita/agosto de 2005

 
     
 
 
 
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