. : Notícias
busca por notícias/mensagens
 
 
 
 

Seminário com Divaldo Pereira Franco – Em busca da Saúde e da Paz


De dois em dois anos, a Creche Amélia Rodrigues e o Centro Espírita Bezerra de Menezes (Sto. André - SP), promovem um Seminário com Divaldo Franco, na capital de São Paulo, este ano em sua quinta edição.

Logo ao jantar, que precedeu ao início do Seminário, podia-se notar o ambiente festivo, pela alegria do reencontro de muitos dos que ali estavam e o ensejo de se fazer novos amigos – todos irmanados pelo Ideal Espírita.

Divaldo e Nilson de Souza Pereira – o amado tio Nilson – eram carinhosamente saudados.

Durante quase uma hora, Divaldo, com sua contagiante alegria e bom humor, esteve à disposição dos participantes, recebendo as efusivas demonstrações de carinho de quantos o abraçavam, aos quais retribuía sempre com uma palavra afetuosa.

Na abertura do evento, no dia 18 de janeiro de 2008, Miguel de Jesus Sardano, cumprimentou o público presente que, em clima vibracional de alegria e emoção, recebeu o querido amigo, Divaldo Franco.

Em suas primeiras palavras, Divaldo ressaltou que iríamos iniciar uma viagem através do tempo.

Remontando-se a Sócrates, aludiu à questão 919 de O Livro dos Espíritos. Deteve-se no pensamento socrático e nos grandes vultos da Humanidade que abriram os novos rumos do conhecimento humano.

O cabedal de conhecimento do orador baiano é realmente notável porque abrange também as informações de âmbito transcendental, possibilitando-nos preciosas instruções da Espiritualidade Superior, advindas de sua Mentora, Joanna de Ângelis.

Orquestrando os pensamentos, Divaldo levou-nos a imaginar o mapa da Palestina, à época de Jesus. Assinalou quatro pontos cardeais: NORTE: Damasco; SUL: Jerusalém; LESTE: Jericó; OESTE: Emaús.

* Damasco significa conversão. Saulo-Paulo. 

* Jerusalém, sacrifício. Os testemunhos. 

* Jericó, solidariedade. O samaritano. 

* Emaús, acompanhamento. A ressurreição.

A platéia, atenta, emocionou-se, quando Divaldo, em esplêndida comparação, mencionou que os quatro pontos cardeais lembram a cruz do Cristo.

No dia 19, sábado, Divaldo atendendo aos que desejavam cumprimentá-lo, com a mesma jovialidade que o caracteriza.

Em cada fisionomia estampava-se a satisfação de participar daqueles momentos de rara espiritualidade.

Enfocando a esperança, Divaldo deu início ao tema do Seminário.

Ressaltou o valor da oração em favor dos enfermos, cujos efeitos benéficos hoje são comprovados pela medicina.

Discorrendo acerca do mapeamento do genoma humano, enfatizou sua importância e que a técnica genética está perfeitamente sincronizada com a do perispírito.

É a lei de causa e efeito impressa no genoma humano.

Divaldo entremeava os momentos mais sérios e profundos, da sua magnífica aula, com fatos pitorescos, transmitidos com bom humor e com sua incomparável capacidade de cativar o público.

Ele próprio é o exemplo do quanto a alegria de viver, o idealismo superior, as ações altruísticas em favor dos seres humanos, beneficiam e tornam saudáveis e felizes os que têm essa conduta de maneira perseverante e infatigável.

Explanou sobre a importância de se trabalhar a alma, o self. Conscientizarmo-nos que a paz interior é fator decisivo para a nossa saúde.

Cultivar em nosso íntimo a compaixão, relembrando Jesus no Sermão do Monte.

Reportou-se ao Manifesto da ONU: a paz na Terra depende de seis fatores:

* Promover a paz. 

* Rejeitar a violência.

* Ser generoso.

* Respeitar o planeta.

* Ouvir para compreender.

* Redescobrir a solidariedade.

Aludiu à questão do tratamento médico, enfatizando ser necessário que o paciente colabore com pensamentos positivos, com fé no médico, em si mesmo e em Deus.

Citou que está provado que a crença em Deus é genética, é natural.

A fé é ancestral. A religião é social.

Divaldo proporcionou-nos um belíssimo relato sobre Tomé, o apóstolo da dúvida que, apesar de seus conflitos iniciais, após constatar a autenticidade da ressurreição de Jesus, a Ele entregou-se até ao sacrifício final.

O amor de Jesus é incomparável. - ressalta o orador. Ele desce ao “inferno” (plano inferior) para resgatar Judas. Este reencarna doze vezes, num período de 1.200 anos para se redimir. Como Joana d’Arc alcança sua redenção, retomando a sua condição de apóstolo de Jesus.

Nos instantes finais, Divaldo emociona a todos, quando refere-se à cruz invisível de cada um. Sorrimos, somos felizes, mas temos a cruz que nos é imprescindível levar adiante.

Divaldo encerra o Seminário que, porém prossegue, indefinidamente, no mundo interior de cada um dos presentes, pois sua palavra ecoa na acústica de nossas almas, concitando-nos ao amor e à paz.

Suely Caldas Schubert

 
     
 
 
 
. Últimas Notícias

 
 
 
Documento sem título