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75 Anos de Oratória Espírita de Divaldo Pereira Franco


Domingo, 27 de março. Divaldo Pereira Franco e os trabalhadores do Centro Espírita Caminho da Redenção - CECR, em Salvador/BA, receberam expressivo número de convidados: presidentes de diversas Federativas nacionais e internacionais (inclusive da nossa Federação Espírita do Paraná – Luiz Henrique da Silva) para comemorar os 75 Anos de Oratória de Divaldo e a reinauguração do Cenáculo, totalmente remodelado, durante o período da pandemia.

Na entrada do salão, os voluntários entregavam panfleto ressaltando os motivos das comemorações, tendo, no seu verso, mensagem do Espírito Marco Prisco, psicografia do homenageado, intitulada Na Subtração e na Soma, a primeira mensagem mediúnica ditada pelo Espírito, em 27 de fevereiro de 1949 (73 anos) e, posteriormente, publicada na obra Ementário Espírita, em 1969 (53 anos).

A jornalista Andréa Silva foi a mestre de cerimônias. Divaldo Pereira Franco, Jorge Godinho Barreto Nery, presidente da Federação Espírita Brasileira (FEB), Jussara Pretti Korngold, presidente da Federação Espírita dos Estados Unidos e Secretária Geral do Conselho Espírita Internacional (CEI) e Mário Sérgio Pinto de Almeida, presidente da Mansão do Caminho realizaram o corte da fita reinaugural do Cenáculo (auditório).

Quase quinhentos convidados atenderam ao convite para participar da solenidade, que ocupou as amplas e confortáveis instalações do ambiente.

Compuseram a mesa diretiva: Ana Paula Andrade Matos Moreira, vice-prefeita de Salvador, representando o prefeito Bruno Soares Reis; Jorge Godinho Barreto Nery; Jussara Pretti Korngold; Manoel Sonyer, membro da Federação Espírita Espanhola (Área da Mediunidade) e 1º secretário do CEI; André Luiz Peixinho, representando a Federação Espírita do Estado da Bahia; Mário Sérgio Pinto de Almeida  e Divaldo Pereira Franco.

Após a prece, proferida por Mário Sérgio Pinto de Almeida, a mestre de cerimônias enalteceu a larga folha de serviços de Divaldo, citando os inúmeros títulos recebidos ao longo da sua profícua carreira como divulgador da Doutrina Espírita, com mais de vinte mil conferências, pelos cinco continentes, em mais de 70 países:

6 Títulos honoríficos

107 Títulos de Cidadão

80 Comendas.

O vídeo, com imagens da sua atuação nos diversos eventos e fotos históricas do longínquo 27 de março de 1947, quando tinha apenas 19 anos e, assessorado pelo Espírito Humberto de Campos, realizou sua primeira conferência, despertou emoções.

Seguiram-se as homenagens: Maria da Paz Silva, representando todos os funcionários da Mansão; Otaviano de Oliveira, em nome dos 680 filhos adotados por Divaldo. E, pela Federação Espírita de Sergipe, seu presidente, Júlio César Freitas Góes entregou placa alusiva aos 75 Anos de Oratória.

O microfone, para as saudações, foi ocupado por: Mário Sérgio Pinto de Almeida, que ressaltou o trabalho executado por Nilson de Souza Pereira; Ana Paula Andrade Matos Moreira, que relembrou o primeiro contato com a Mansão e com Divaldo e o impacto positivo que teve em sua vida; Jorge Godinho Barreto Nery, em mensagem, entremeada de emotividade, de agradecimento a Divaldo; André Luiz Peixinho, que comentou suas primeiras experiências e contatos com Divaldo, no seu tempo de Mocidade Espírita, na Federativa baiana; Manoel Sonyer, que comentou as dificuldades nas viagens, hotéis, deslocamentos enfrentados por Divaldo no seu trabalho de evangelização, nos cinco continentes.

Então, foi a vez de Divaldo tomar a palavra, rememorando seus dias em Aracaju, no distante 1947. Relatou que lera em O Reformador (FEB), um artigo intitulado A lenda da guerra. Por ter boa memória, pensou em narrá-la às dezessete pessoas, que se encontravam na sala, quando José Mesquita, dirigente da reunião, o chamou para assumir a palavra. Confiante, dirigiu-se ao público e teve um lapso de memória esquecendo-se totalmente do que tinha para falar.

Foi socorrido pelo Espírito Humberto de Campos, que o inspirou. A partir daí, aconteceu o que todos nós conhecemos e que foi apresentado no filme Divaldo: O Mensageiro da Paz (2019).

No dia seguinte, na sala estavam mais de duzentas pessoas.

Passados 75 Anos desse início e aos 94 anos de vida, Divaldo relatou algumas das suas experiências: algumas boas e outras nem tanto. Foi ridicularizado, zombado, esbofeteado. Contudo, afirmou que mantém a tranquilidade de ter espalhado a luz através da palavra, secundado pelos bons Espíritos. 

Na terça-feira, 29 de março, o CECR recebeu o público em geral, que lotou as dependências do auditório, na reabertura das atividades públicas.

Nessa oportunidade, Luiz Henrique da Silva entregou placa comemorativa aos 75 Anos de Oratória de Divaldo Pereira Franco, em nome da Diretoria Executiva, dos voluntários e funcionários da FEP.

Marco Antonio Negrão

 
     
 
 
 
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