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Espiritismo no Exterior – Divaldo Franco na Europa.




Na segunda quinzena do mês de maio próximo passado, tivemos a alegria de outra vez mais acompanhar e registrar o trabalho perseverante que Divaldo Pereira Franco vem realizando há muitos anos na Europa, levando a Doutrina Espírita às terras do Velho Continente.

Encontramo-lo, juntamente com Nilson de Souza Pereira, na cidade de Zurique após a conclusão de seu labor no país helvético, para demandarmos à Alemanha, entrando por Munique e percorrendo esse país através de confortáveis e velozes trens, que asseguraram a tranqüilidade e a presteza não encontradas nos aeroportos, onde muita agitação e longas esperas tornam-se demais cansativas.

Quem pense encontrar multidões, tais como no Brasil, nas palestras que lá Divaldo profere, engana-se, não obstante a superior qualificação do tribuno baiano. O trabalho desta semeadura é árduo, porfiado contra as circunstâncias adversas e o preconceito, oriundo de caluniosa difamação no passado e que ainda perdura, tornando boa parte dos europeus avessos uns e reticentes outros, impermeabilizando a passagem da Terceira Revelação. Em Munique, constatamos a presença de 40 pessoas, quando Divaldo abordou Lições para Felicidade; em Stuttgart, “aumentou” o público para 66, tendo sido estudada a temática Depressão e Transtornos Espirituais. Dizemos “estudada”, porque Divaldo invariavelmente nas suas explanações, reserva um tempo para que o auditório faça suas perguntas, dirimindo dúvidas nas questões pessoais ou doutrinárias, relativas ao que foi abordado, dando a perceber que o Espiritismo é a Doutrina que veio trazer as respostas que um crente sincero deseja encontrar.

A próxima parada foi em Mannheim, uma bela cidade às margens do rio Reno com seu expressivo desfile de embarcações a testemunharem a pujança econômica alemã, emprestando à paisagem um toque de cores e encantamentos. Ali, Divaldo utilizou-se do tema Imortalidade, na presença de 65 assistentes, no belo auditório do Landesmuseum.

Chegávamos, nessa altura, ao dia 20, sexta-feira. Divaldo rumou a Frankfurt para mais outra palestra, enquanto Carmen, minha esposa, e eu, nos dirigimos à Colônia, a fim de colaborarmos no arranjo do ambiente para o Seminário de dois dias que seria realizado naquele final de semana, reservado para a freqüência de 90 pessoas inscritas. Para avaliarmos o que foi este empreendimento para Divaldo, basta anotarmos que ele deslocou-se de Frankfurt à Colônia na mesma noite, logo após sua palestra, chegando a 01:00h da madrugada de sábado para, na mesma manhã iniciar sua atividade nesse referido Seminário, que se intitulou Distúrbios Psicológicos e Obsessão. O local é de extraordinária beleza: um mosteiro em Bornheim, vizinho à Colônia, denominado Dominikaner Kloster St. Albert, de imponente construção, à feição de um castelo medieval, que oferecia excelente ambiente para meditação e estudo, além das refeições e o repouso nesses dois memoráveis dias, em que estávamos afastados da Sociedade, propriamente dita, na busca dos ensinamentos evangélicos, envolvidos por vibrações harmoniosas decorrentes da presença dos Bons Espíritos. Por longo tempo recordaremos a magia daquele ambiente, circundado de belos jardins, catalizado também, pela sabedoria e os ternos sentimentos de Divaldo.

Mas, como tudo o que é bom passa rápido, chegou a segunda-feira, dia de rumarmos a Berlim, via aérea, para mais dois dias de estudos espíritas. No primeiro Encontro, Divaldo abordou As Curas Espirituais, com 80 presenças contabilizadas e, no segundo, promoveu um tema mais específico para 40 trabalhadores espíritas, direcionado para a atividade de doutrinação nas sessões mediúnicas. É o esforço intensivo, no sentido da implantação do Espiritismo em terras estrangeiras, com base em corretos procedimentos para que não se estabeleçam distorções doutrinárias, e haja a inarredável responsabilidade para com seu contexto.

A Alemanha possui um trem de alta velocidade, o ICE, que se desloca a 230 km/h. Foi com ele que chegamos a Hamburgo, na quarta-feira, 25, onde à noite, no Campus Von-Melle da Universidade de Hamburgo, Divaldo abordou o tema Provas Científicas da Reencarnação, ante 80 atentos participantes, igualmente respondendo a perguntas e concedendo autógrafos posteriormente. Ali encerrou-se o roteiro por terras alemãs.

No dia seguinte, a Holanda o aguardava, abrindo-nos as suas fronteiras. Ao entardecer, na cidade de Hoorn, Divaldo discorreu sobre a questão Violência e Paz, perante 51 assistentes. Ressalve-se que, independentemente do tema que lhe seja solicitado, como este, Divaldo empenha-se em inserir observações sobre o que é a Doutrina Espírita e seus postulados básicos, abrangendo as características da consolação e da esperança, orientando as consciências para o caminho da Nova Luz, o que consegue magistralmente como bem o sabemos.

Divaldo reservou dois dias de atividade nesse país. Portanto, no dia seguinte, à tarde, no mesmo local, o Culturrel Centrum de Huesmolen, desenvolveu um Seminário de Estudos sobre Espiritismo e Problemas Humanos, para 53 participantes. Joyce de Leeuw, a excelente tradutora, uma holandesa que viveu em Curitiba e cuja atividade profissional é exatamente a de traduzir, tem verdadeira admiração por Divaldo, sendo Espírita convicta, o que nos proporcionou uma agradável convivência, entremeada de narrativas peculiares sobre seu despertamento para o Espiritismo.

Pelo incansável testemunho de longos anos no enfrentamento aos desafios da divulgação doutrinária no Continente Europeu, a Espiritualidade Maior, obviamente operosa e atenta, tem engendrado as circunstâncias propiciatórias a Divaldo, em tal ministério, direcionando pessoas com suficiente aptidão para assessorá-lo ao contacto dos diversificados idiomas nacionais, como disso bem podemos deduzir, não somente com Joyce, na Holanda, mas, também, com Edith Burkhard, uma suíça que veio ao Brasil com seus pais aos cinco anos de idade e que passou sua infanto-juventude no Rio de Janeiro, adquirindo perfeita fluência na língua portuguesa, tornando-se a tradutora das palestras e a conferente de várias obras de Divaldo vertidas para o alemão.
 
Um Fato Histórico: O Espiritismo na Polônia

Divaldo tinha um projeto, de há muito acalentado: levar a mensagem espírita para a Polônia.

Durante alguns anos a busca de eventuais contactos, que o auxiliassem a concretizar tal empreendimento, malograva sucessivamente. Mas, como acima referido, os Espíritos trabalhavam, e Deus tem pressa, como dizia o apóstolo Paulo ― mas não é apressado ― como complementa Divaldo. Eis que nesse ínterim, uma carioca viaja para Varsóvia e casa-se com um jovem polonês, de nome Konrad Jerzak, professor de línguas latinas. Ela, Espírita. Ele, identificando-se com o mesmo ideal, torna-se um simpatizante. Falando fluentemente o português do Brasil foi ele o extraordinário tradutor, capaz de captar com precisão o conteúdo doutrinário que Divaldo projetou em sua fala.

Então, a 28 de maio, às 17h30min., para um surpreendente público de 52 pessoas, ― pois que não há Sociedades Espíritas em todo o país ― realizou-se a primeira palestra pública sobre Espiritismo em solo polonês, após a 2ª Guerra Mundial (não há registros anteriores a esta guerra).

Como isto se efetivou?

Espíritas poloneses de diversas cidades desse país mantiveram contatos via Internet, havendo por bem centralizarem em Varsóvia este primeiro e histórico Encontro Nacional, realizado na Galeria Feng Shui Chi. A imprensa local noticiou. A polícia, tendo assim tomado conhecimento deste evento, destacou três policiais para fazer o trabalho de segurança do prédio, temendo a agitação que a intolerância clerical pudesse promover, com possível repercussão internacional. Felizmente nada ocorreu nesse sentido.

Dado ao inusitado acontecimento, a palestra suscitou-nos intenso júbilo, especialmente pela atenção e a avidez com que eram sorvidos os conceitos espíritas pelas almas dos idealistas poloneses que ali se congregavam, como também, pela presença de nobres Espíritos como Maximilian Koalbe, um sacerdote católico que foi vitimado pelo nazismo e, Swami Vivekananda, o benfeitor daquela Galeria, conforme foi registrado por Divaldo.

Um fato igualmente digno de destaque foi a presença de Vladimir Sladecek, ou, Vlado, como é carinhosamente chamado, um baluarte na divulgação da Doutrina Espírita em solo tcheco, residente na cidade de Ostrava, e que jamais interrompeu sua tarefa de divulgação do Espiritismo, mesmo durante o regime comunista. Para avaliarmos seu empenho neste ministério, Vlado ia de cidade em cidade para comprar papel em que pudesse inserir a mensagem espírita. A severa vigilância comunista não permitia que o cidadão adquirisse material para escrever, sendo liberado um máximo de 20 folhas de papel em cada cidade. Inteligentemente, Vlado passava o conteúdo doutrinário em seu país, da seguinte maneira: elaborava como que uma espécie de carta, que endereçava a seus compatriotas, em que uma linha da escrita denotava tratar-se de uma correspondência normal, e na linha seguinte colocava a mensagem espírita, alternadamente, tudo maravilhosamente concatenado, transpondo, então, aquela vigilância ostensiva. Já conseguiu, até à atualidade, traduzir mais de cento e quarenta Obras espíritas para o tcheco, sendo um grande divulgador do Esperanto, a Língua internacional.

Outra presença que se tornou marcante foi a de Przemyslaw Grzybowski, um dos grandes artífices deste marco histórico, um polonês que mora a 250 km de Varsóvia, e que fala o francês “à la brasileira”, isto é, com uma pronúncia limpa, sem a tonalidade carregada na letra “R”, típica da França, o que tornava fácil a Divaldo e àqueles do grupo, que possuímos alguma lembrança dos estudos desta língua aos tempos de escola, mantermos um diálogo produtivo.

Houve, portanto, muita aplicação e interesse dos dedicados irmãos poloneses em buscar o diálogo com Divaldo, especialmente sobre questões doutrinárias, utilizando-se de Konrad, o tradutor, no endereçamento das perguntas, estabelecendo-se as agradáveis expansões de fraternidade que tanto encantam as relações das amizades nascentes.

O querido baiano foi mais outra vez felicíssimo no desenvolvimento do tema proposto, intitulado A Imortalidade da Alma à Luz da Ciência Contemporânea, e demonstrava visivelmente sua grande alegria por estar em Varsóvia, como declarou: Desde a infância amava este país. Para mim parece um sonho, mas a vida é feita de sonhos. A pessoa que não sonha, perdeu o endereço de si mesma. Este sonho bom é coroado de alegrias pela oportunidade de poder falar sobre a Imortalidade da alma...

Trouxemos conosco o registro desta palestra em gravação digital, convictos de que torna-se um fato sumamente expressivo, promotor de futuros empreendimentos que abram possibilidades de o povo polonês conhecer a Terceira  Revelação.

Ao término dos trabalhos foram-nos servidos café, chás, e vários tipos de biscoitos, cimentando a aproximação entre todos, estreitando laços de amizade, consolidando a proposta de irmandade e oportunizando-nos perceber que mais outra nova “família” aproximava-se estabelecendo vínculos afetivos, sinalizando-nos sobre a necessidade de retornarmos brevemente, para um mútuo apoio.

Ao sairmos, em nosso deslocamento até ao hotel, distante quase 1 km, ainda inebriados, preferimos todos ir caminhando, percorrendo a ampla avenida onde os bondes coloridos em amarelo e vermelho desfilavam, monótonos, no entardecer de amenidades daquele sábado que atingiu 27ºC. Konrad e sua esposa Mary, Divaldo, Nilson e sete outros acompanhantes que compunham esta caravana, íamos colhendo informações sobre Varsóvia, que este jovem tradutor nos repassava. A certa altura do trajeto, paramos diante de uma placa metálica inserida na parede de um edifício, que registrava: Neste local, as tropas nazistas assassinaram duzentos poloneses. Era a marca da crueza humana. Os poloneses muito sofreram com os horrores da guerra; foi um povo heróico, como historicamente bem o sabemos.

Um Encontro Evangélico sui generis

O dia seguinte, domingo, foi reservado a uma pausa, fato raríssimo dentre as atividades de Divaldo, que certamente foi preenchido, da parte dele, com as atividades psicográficas ou outros afazeres a que se dedica. Mas, foi também palco de um momento comovedor: o grupo acompanhante de Divaldo (7 pessoas) juntamente com o tradutor e sua esposa, com Nilson totalizando 10 componentes, reuniu-se às 19h30min. em uma sala no 1º andar do hotel, para uma reflexão evangélica, ante amplas janelas que descortinavam o panorama citadino. 

Foi tomado por base o capítulo 9º (Terapia do Perdão), obtido do mais recente livro ditado por Joanna de Angelis, Libertação pelo Amor. Após lê-lo, Divaldo solicitou que cada participante fizesse sua interpretação, cada qual utilizando-se de sua língua original ou daquela que bem estivesse adestrado, surtindo os comentários em tcheco (Josef Jackulak), inglês (Rejane Spiguelberg), schwitz (dialeto suíço – Edith Burkhard), português (Nilson, Mary, Delcio), alemão (Carmen Carvalho), polonês e francês (Konrad), e espanhol (Divaldo, que também se utilizou do francês, sob psicofonia). Ao final, Divaldo autografou e ofereceu a Konrad, o tradutor, o livro que nos foi objeto de estudos, acrescentando que muitos Espíritos se faziam presentes, em especial Maximilian Koalbe que se identificava como um grande amigo de Konrad, a quem vinha auxiliando.

Por ocasião da fala em polonês, Divaldo registrou a chegada de inúmeros outros Espíritos que, curiosos, vieram tentar saber o de que se estava tratando, certamente ainda pertencentes a psicosfera da região, atraídos pelas luzes diferenciadas que se abriram em meio à normalidade daquela ambiência. Uma impregnação de éter balsâmico e perfume de flores tomou conta do recinto, em extraordinário momento de efeitos físicos, envolvendo-nos numa indescritível atmosfera de encantamento.

Mas, o roteiro não parou. Os infatigáveis Divaldo e Nilson voaram da Polônia para a Áustria, onde em Viena, centralizaram-se na residência de um dos grandes baluartes do Espiritismo na Europa, Josef Jackulak para dali demandarem aos países limítrofes, retornando após as conferências.

A esta altura do roteiro, juntou-se a nós o ilustre Vice-Presidente da Federação Espírita Portuguesa e membro do CEI, Vitor Mora Féria e sua esposa Helena, com prestimoso apoio ao grupo itinerante, que, em 31 de maio, uma terça-feira rumava para a cidade de Brno, na República Tcheca.

Com brilho no olhar e fisionomias ridentes, Divaldo foi recebido pelas 53 pessoas que lá o aguardavam, conhecido que já se fizera em anteriores vindas àquele local. Os autógrafos antecederam a palestra, juntamente com a indefectível aproximação que todos buscam, – como no Brasil – ao acercarem-se-lhe e dele buscarem compartilhar da sua aura de amor. Ao lado, Josef Jackulak, seu tradutor, intermediava, tornando natural a conversação. Nas repúblicas Tcheca e Eslovaca, países de mesma língua, Divaldo abordou temas constantes do livro Momentos de Meditação, sendo que em Brno o conteúdo foi Quem Sou Eu? – Reflexões Sobre Si Mesmo, e em Bratislava, capital da Eslováquia, a temática foi  Reflexões Sobre a Finalidade da Vida – Por que existo?, para 48 assistentes. Tanto em Brno quanto em Bratislava, o incansável batalhador espírita Vlado, acima referido, fez-se presente. Certamente ele é um modelo de perseverança, a estimular os povos das línguas eslavas a buscarem os ensinamentos do Consolador prometido por Jesus, que vem assentar uma Nova Era para os que buscam a concretização da grande família Universal.

Na bela Budapest, Divaldo teve a escutá-lo 43 pessoas, no tema Ectoplasma, dando-nos a entender que o aspecto científico doutrinário parece dominar os interesses naquela capital.

Nossa última participação nos trabalhos de Divaldo foi em 3 de junho em um minisseminário em Viena, com o tema O Despertar do Espírito, para 65 assistentes que lotaram a Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec, o primeiro núcleo espírita fundado na Áustria, uma vez que um novo surgiu recentemente, no interior do país, com 2 de seus fundadores ali representados.

Podemos facilmente perceber quão lenta vem sendo a disseminação do Espiritismo na Europa, e como ingentes esforços ainda são indispensáveis. Daí o valor do estafante trabalho que Divaldo e outros seareiros vêm realizando, com largas quotas de desgastantes sacrifícios que requerem os constantes deslocamentos, tudo certamente compensado pela flama do entusiasmo e a alegria de servir a Jesus, que guardam em seus nobres sentimentos. Ainda há muito preconceito em terras européias. O domínio das religiões tradicionais, hostis e retrógradas, engendraram calúnias e ameaças, bloqueando a alma do povo a vôos mais altos, no campo das cogitações religiosas.

Divaldo, no início de suas peregrinações ao Velho Continente, no final da década de 60 já visitava Portugal, tendo suas palestras que serem proferidas após as 24h para fugir às repressões da polícia, visto que aquele país estava sob um regime ditatorial, que instituiu o Estado Novo, em 1940, o qual proibiu o Espiritismo e espoliou todos os bens da Federação Espírita Portuguesa.

Mesmo assim, naquelas ocasiões Divaldo chegava a reunir em torno de 100 pessoas, em um empreendimento que o expunha a riscos de integridade física a si e a seu público. Mas, este testemunho foi sólido investimento para o futuro, pois o Mundo Espiritual Superior não se subordina às resoluções dos encarnados. Hoje, como comprovação da perseverança deste lídimo trabalhador de Jesus, Portugal conta com 63 Sociedades Espíritas e 25 mil Espíritas militantes. Se fossem contabilizados os “simpatizantes”, este contingente seria expressivamente mais elevado, como ocorre em nossa pátria.

Nos países de língua germânica, o Espiritismo é mantido por brasileiros ali residentes, mas gradativamente os nativos começam a aderir, graças ao trabalho que Divaldo anualmente empreende, dentre outros, em sua ampla área de semeadura doutrinária, de forma constante e ininterrupta.

Após Viena, Divaldo e Nilson seguiram para a Itália, e posteriormente ainda iriam para a França, Luxemburgo, Bélgica e Inglaterra, parecendo estarem sem tempo para o cansaço. Deixamo-los ali, após a jornada de Viena. De nossa parte, foram 22 dias de grande proveito, de enriquecedoras reflexões, e de profunda gratidão pelas observações alcançadas que se nos constituem vultuoso patrimônio, alterando-nos a óptica da vida. A característica voz de Divaldo ainda ecoa-nos no íntimo, com portentosa e harmônica musicalidade, qual sinfonia, a evocar os mais puros e superiores sentimentos. Nossas almas, jubilosas ao escutá-lo, agasalham-se na esperança de um Mundo Novo, diante da mensagem espírita que ele está a pregar, repetindo o sublime trabalho de Jesus com Seu Evangelho, que um dia entrará definitivamente em nossos corações.

Delcio C. Carvalho

Matéria publicada no jornal Mundo Espírita/julho de 2005

 
     
 
 
 
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