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Divaldo superando tentações


(os presentes e a tentativa de sedução)

Além dos vários testemunhos enfrentados por Divaldo na sua missão de semeador do Espiritismo, ele também se deparou com muitas tentações. Não é demais lembrar que Jesus foi assediado pelos Espíritos inferiores (Mt, 4, 3 a 11), lhe oferecendo facilidades e riquezas.

Em 1956, estando no Rio de Janeiro para atividades de divulgação espírita, um senhor muito rico, encantado com a mediunidade de Divaldo e seu trabalho social, resolveu depositar uma elevada quantia em dinheiro em nome dele. Quando soube, Divaldo ficou chocado com a oferta e disse-lhe que, de modo algum, poderia aceitá-la. Divaldo reuniu a Diretoria do Centro Espírita Caminho da Redenção (o episódio está em Ata) para registrar o fato e o homem ficou mais chocado ainda com a recusa, pois sabia que Divaldo viajava muito e tinha um amplo trabalho social. A situação ficou embaraçosa. Por fim, o senhor decidiu transferir a doação em nome da Mansão do Caminho, e não em nome de Divaldo, que conseguiu vencer esta tentação.

Também em Salvador viveu uma senhora muito rica, que se sensibilizou pelo trabalho social e de divulgação realizados por Divaldo, provável também que reconhecida por algum fato mediúnico que teve merecimento de alcançar, mandou seu advogado chamar Divaldo em seu luxuoso lar, quando disse que havia colocado uma casa em seu nome, entregando-lhe a escritura. Divaldo novamente ficou chocado com o fato, vislumbrando outra vez a porta que se abria para o descaminho. Esclareceu que não podia aceitar a generosa oferta em seu nome, e depois de um longo diálogo, o advogado da senhora ficou encarregado de fazer a transferência do imóvel, em favor da Mansão do Caminho. Fatos dessa natureza se contam em muitos, na trajetória do médium.

Também são vários os fatos de outra natureza, acontecidos com Divaldo nesses 60 anos de mediunidade. Estando em uma cidade do Brasil, hospedou-se numa rica residência, em cuja família residiam várias moças, casadas e solteiras. Divaldo fez a palestra e retornou para essa casa para o repouso. Altas horas, ouviu um ruído na maçaneta e a voz de uma das moças que pedia por favor para abrir a porta, pois ela precisava de ajuda. Divaldo vestiu o paletó do pijama e quando foi abrir a porta apareceu-lhe o Espírito Joanna de Ângelis, que disse para não abrir a porta e falasse alto. Ele obedeceu, falando alto ¨Já vou, estou me vestindo¨. Aí ouviu um barulho e o estalar de uma bofetada. Divaldo então abriu a porta e se deparou com o anfitrião e sua filha casada, que era uma desequilibrada na área do sexo. Para amenizar a situação, Divaldo disse ao pai que não se preocupasse, pois ele tinha esquecido que a moça havia lhe pedido um passe; ele fôra dormir e tinha esquecido. Ela estava apenas pedindo ajuda. Ela tremia muito. Apareceu a mãe dela e o marido e Divaldo convidou-os a todos para celebrar um Evangelho no Lar.

Divaldo percebeu a presença de um Espírito de baixa vibração moral que vampirizava a moça, frustrando-a no ato sexual. Assim, o médium superou outra situação de embaraço e através de sua conduta e sendo dócil aos bons conselhos pôde manter a dignidade e o bom nome do Espiritismo.

Washington Luiz Nogueira Fernandes

Fonte: Jornal Mundo Espírita - Dezembro/2007

 
     
 
 
 
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