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Alegações de Plágio nos Livros de Divaldo




Amigos pediram para comentar alegações de plágio nos livros de Divaldo em relação às obras do médium Chico Xavier. Consideramos:

1) Divaldo tem hoje mais de duzentos livros publicados (140 psicografados mais os biográficos e as coletâneas), sete milhões e meio de livros editados, traduções para dezessete idiomas, mensagens por xenoglossia, de forma especular (de trás para frente), diferentes temas e estilos (Filosofia, Crônicas, Ensaios de Psicologia Espírita, Romances – Temas Sociais/Reencarnação e Obsessão/Alienações, Infanto-Juvenil, Comportamento, Narrações Evangélicas, Poética, Mediunidade, Depoimentos de Além-Túmulo, Casa Espírita, Biográfico de Divaldo). Tal currículo é impossível de plagiar;

2) como falar de plágio de quem realizou fatos inéditos, como por exemplo:

1) único médium que psicografou um livro inteiramente num idioma que não era o seu (Hacia las Estrellas, em espanhol, ed. LEAL);

2) único médium que psicografou 140 livros nos primeiros 40 anos de publicações mediúnicas (o dobro de qualquer outro médium até hoje);

3) único médium que psicografou livros com temas modernos e inéditos na literatura mediúnica, na área da psicologia, psiquiatria e psicopatologias, relacionando-os à mediunidade e obsessão. A Psicóloga Dra. Cristina Maria Carvalho Delou, com pós-graduação na UERJ, e que foi Diretora da Associação Brasileira para Superdotados, em 1987, analisou os livros do Espírito Joanna de Ângelis (Guia de Divaldo), fazendo um paralelo com a “Quarta Força em Psicologia” (Transpessoal): “Joanna é uma profunda conhecedora dos problemas humanos”; sua linguagem, cientificamente, é moderna, principalmente no que diz respeito à discussão inicial sobre a mudança de paradigma...”;

4) psicografou sete livros durante viagens ao Exterior para fazer palestras; (trabalhou ambas as faculdades mediúnicas – oratória e psicografia);

5) psicografou centenas de mensagens em vários países onde foi fazer palestras, em idiossincrasia histórica e cultural;

6) único médium considerado persona non grata e proibido de entrar num país (Portugal e colônias africanas, em 1972), em virtude de mensagem psicográfica, incluída no Index Expurgatorius, considerada atentatória ao regime ditatorial salazarista da época;

7) único médium intimado por uma polícia internacional (a PIDE, na África), para explicar as informações históricas do País, contidas numa mensagem psicografada;

8) há mais de dez anos fazemos pesquisas das obras do médium Divaldo Franco. Contabilizamos mais de 260 Espíritos Comunicantes que, quando encarnados, tiveram quinze diferentes atividades profissionais (Prêmios Nobel, Acadêmicos de Letras, Filósofos, Cientistas, Poetas, Militares, Educadores, Médiuns, Vultos espíritas, Políticos, Presidentes da República, Religiosos, campeões esportistas, Santos e Santas). Identificamos a naturalidade deles: EUROPA (nove países); AMÉRICA (seis países e de 16 Estados do Brasil); ÁFRICA (dois países); e ÁSIA (um país);

9) em cem mensagens familiares por ele psicografadas, de sessenta Espíritos para seus entes queridos, identificamos mais de 750 particularidades e detalhes nas mesmas. Divaldo desconhecia o Espírito missivista e seus familiares, que eram médicos, advogados, arquitetos, desembargadores, escritores etc, revelando capacidade para avaliar a psicografia;

10) fizemos um VADE MECUM (Dicionário Temático Remissivo) de todos os livros do médium Divaldo (em revisão), o qual totalizou mais de 20 mil remissões e cerca de três mil verbetes (assuntos). Evidente o ineditismo e fecundidade das obras;

11) analisamos quatro livros psicografados por Divaldo, do Espírito Vianna de Carvalho (1874-1926). Há citação de quase quinhentos nomes de pessoas conhecidas na História, nas mais diversas áreas de atuação e de diferentes lugares. Com relação às outras citações – científicas, filosóficas, históricas, políticas, bíblicas, literárias e médicas – encontramos cerca de 1.100 delas. A produção psicográfica do médium Divaldo é enciclopédica, impossível de plagiar, ele que nem o ginásio cursou.

Há treze anos estamos pesquisando as obras completas do escritor francês Victor Hugo (1802-1885), pois Divaldo psicografou oito obras atribuídas a este Espírito. Anotamos milhares de características em comum entre o escritor Victor Hugo e o Espírito Victor Hugo (metáforas, hipérboles, anticreses, antíteses, neologismos, vocabulário, cor local, citações em latim, em espanhol, em inglês, o grotesco, o burlesco, onomástico, peculiaridades lingüísticas, método enfático, citações geográficas, históricas, mitologia etc). Este gigantesco trabalho terá oportuna publicidade, com resultados da comparação literária, que já se vislumbram;

3) a primeira questão a considerar numa mensagem é seu conteúdo. Se um livro fala de perdão ou amar o próximo, não há plágio se outros Espíritos, por outros médiuns, escreverem a mesma coisa (a fonte é o Evangelho e não este ou aquele Espírito ou médium). Não há plágio se as mensagens tratam do mesmo assunto (Filosofia, Sociologia, Cristianismo, Evangelho, Espiritismo etc). Caso contrário, o evangelista João seria acusado de plagiar os outros evangelistas que o precederam; todos os Espíritos que ditaram livros após Allan Kardec teriam plagiado as mensagens da Codificação. Por isso também que o médium Divaldo não acusa de plágio quem manifesta semelhança com sua oratória. Os assuntos tratados são os mesmos, com a agravante de o subconsciente de cada um arquivar inevitavelmente lições recebidas. Divaldo tornou-se o maior Discípulo de Allan Kardec de todos os tempos. A Humanidade precisa muito de plágio, plágio das lições de Jesus, vivenciando Seu Evangelho...

Washington Fernandes

Fonte: Jornal Mundo Espírita - Novembro/2007

 
     
 
 
 
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