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Com Divaldo Franco de Istambul a Viena




Délcio Carvalho

Nos seus 60 anos de oratória, Divaldo Pereira Franco realiza um fato marcante na sua brilhante trajetória de divulgação doutrinária: leva para um país de tradição muçulmana a Doutrina Espírita, falando em Istambul, no dia 23 de maio último.

Istambul, fundada no ano de 330 pelo Imperador romano Constantino, possui cerca de 12 milhões de habitantes, situa-se no encontro entre a Europa, na sua região sudeste, e a Ásia e a Europa, por isto mesmo participando de ambos os continentes, com suas partes européia e asiática separadas pelo Estreito de Bósforo, um canal que une o Mar Negro ao Mar de Mármara e Egeu, e que delineia esta separação.

Divaldo cruzou o Estreito de Bósforo e foi divulgar o Espiritismo no lado asiático de Istambul, onde foi recebido com grandes distinções, havendo concedido uma entrevista para uma revista local que buscou saber de seu trabalho em prol da paz e da divulgação do Espiritismo no Brasil e no mundo.

Esta palestra foi organizada pela Sociedade Anatolina de Iluminação Espiritual, que possui um vasto e belo auditório para onde acorreram 215 pessoas interessadas em analisar a proposta espírita, havendo Divaldo apresentado-a com o brilhantismo que lhe é peculiar. Foi a primeira palestra espírita pública na Turquia e em sua maior cidade, embora não seja sua capital (Ankara).

Nesses últimos anos, Divaldo vem visitando diversos países onde não é divulgado publicamente o Espiritismo, tais como a Finlândia, a Polônia e, agora, a Turquia. Neste último, em razão de seus trabalhos junto à ONU, em Viena, onde já proferiu diversas Conferências e onde foi distinguido por suas palavras saturadas de amor e sabedoria, atraindo a atenção dos representantes das diversas partes do mundo que ali trabalham, como a do Dr. Haluk Berkmen, físico nuclear e funcionário aposentado da Agência Internacional de Energia Atômica, um dos organismos da ONU, e de quem partiu o convite para a realização deste evento.

Tratando-se de uma apresentação, Divaldo abordou, conforme sugestão dos organizadores, o tema Desenvolvimento Espiritual – Minha Experiência Pessoal – através do qual relatou as mais recentes pesquisas científicas comprobatórias da realidade do ser imortal que somos, exemplificando com suas próprias experiências mediúnicas. Situou o ser humano na atualidade a conviver com a violência, o medo, a freqüente instabilidade emocional e, acima de tudo, a falta de confiança em Deus e o quanto o Espiritismo, uma Doutrina apresentada por Allan Kardec em 18 de abril de 1857, pode contribuir para o bem comum.

Nessa altura, Divaldo destacou o porquê da sua opção espírita, passando a comentar os princípios básicos do Espiritismo, com apreciáveis exemplificações e projetando um notável senso de lógica, galvanizando a atenção geral, ressaltando que “o Espiritismo respeita todas as religiões e profetas como embaixadores de Deus, e estabelece como essencial a prática do bem, o que resulta em um futuro mais promissor para a Humanidade...”

Introduzindo o tema reencarnação, esclareceu que, hoje, muitos cientistas estão encontrando as causas de vários males humanos como provenientes das vidas passadas, expondo a necessidade da moralização pessoal como sendo o método essencial para a saúde e o equilíbrio espiritual. Relatou, também, fatos de materialização, a conversação com os Espíritos, para evidenciar a presença constante deles junto aos encarnados e os diversos tipos de percepção espiritual, muitos não identificados por falta de conhecimento, introduzindo outra vez mais o Espiritismo como sendo uma ciência de observação que elucida questões dessa ordem.

Enfocando o desenvolvimento espiritual, dentre vários aspectos, elucidou não significar este uma condição de paranormalidade ou de mediuni-dade mas, sim, a iluminação interior, com a progressão da criatura em direção a Deus, o esforço para vencer as más tendências e a aquisição da virtude de amar ilimitadamente, como exemplificou Jesus.

Ao final, como era de se prever, o público endereçou-lhe muitas perguntas, tais como: Por que você escolheu a Turquia para visitar? O que é o amor? Ao se iluminar, é preciso o sofrimento físico? Como posso tornar realidade a mensagem proveniente de um sonho? Como posso resolver meus problemas anteriores, de uma vida passada? Como conseguir falar com um Espírito protetor? O que devemos fazer para o futuro?, e outras mais, que estenderam a palestra até quase meia noite. Ao encerrar-se a atividade, o público o aplaudiu efusivamente, demonstrando-lhe imensa consideração e sensibilidade, presenteando-o com um ramo de rosas, em simpático gesto de fraternidade e calor humano.

A estada de Divaldo Franco e Nilson de Souza Pereira na Turquia foi de extraordinário valor espiritual, merecendo igualmente destaque a visita empreendida à casa onde viveram Maria de Nazaré e João Evangelista, em Éfeso. Situada no alto de uma montanha, o Monte Koressos, e distanciada poucos quilômetros de onde estão as ruínas de Éfeso.

A residência, feita de pedras, irradia uma atmosfera de psiquismo superior, cercada de árvores frondosas e vegetações que emprestam ao ar um doce perfume, caricioso e gratificante, em lufadas que confortam e promovem uma íntima e inexprimível alegria. A cada passo em que o grupo que formávamos avançava, silenciosos como todos quantos ali estavam, e tocados pelas amenidades da paisagem bucólica, caminhá-vamos tomados por profundas reflexões, como que entrando em ambiência retroagida àquela distanciada época, erigida em nossa memória na grandeza do ideal cristão, e que a Mãe de Jesus tão bem simboliza em sua sublimidade.

Respeitosamente e em meditação, adentramos ao recinto doméstico feito de simplicidade, mas saturado de vibrações com propriedades salutares, capazes de comover inexplicavelmente até às lágrimas... Após fazer este trajeto, Divaldo Franco sentou-se na amurada que delimita o pequeno jardim externo e ali psicografou bela mensagem ditada pelo Espírito Joanna de Ângelis, a ser publicada na revista Presença Espírita, mas que tivemos oportunidade de tomar conhecimento durante o encontro evangélico realizado naquela noite no hotel onde nos hospedávamos, coroando um dia pleno de bênçãos espirituais.

Quanta beleza! Quantas recordações inapagáveis! Quantas compensações espirituais por ouvir Divaldo Franco, portador de nobres valores e autêntico missionário superior, amoroso e dedicado servidor de Jesus. Que Deus o abençoe, cada vez mais, para que, por longo tempo venha ainda a permanecer entre nós e iluminar outros tantos milhares de almas, realizando-se no Amor Divino!

Vinte anos de palestras e seminários em Zurique

Rejane de Santa Helena, de Viena, Áustria

Vice-Presidente do Verein für spiritistische Studien Allan Kardec
(Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec)

Ano após ano, desde 1987, comparece Divaldo Franco, durante o feriado de Pentecostes, a Zurique e algumas cidades dos seus arredores para espalhar a Boa Nova e a Doutrina Espírita, a convite de André Studer, recentemente desencarnado, e sua esposa Theres, fundadores e idealizadores do G-19, como é conhecida a Fundação para Desenvolvimen-to da Consciência Global (Stiftung zur Förderung Globales Bewusstseins).

André Studer foi o benfeitor que abriu espaço para que o Espiritismo fosse plantado em solo suíço e promoveu sua disseminação entre o seu povo, através da tradução de vários livros psicografados por Divaldo Franco para a lingua alemã. É um exemplo da Espiritualidade Maior, unindo seus trabalhadores para a renovação moral da Humanidade e para o desenvolvimento da consciência global Espírita.

Tradicionalmente, a jornada suíça inicia-se no G-19 com uma palestra na sexta-feira, e continua com o seminário no sábado e domingo, encerrando-se com palestra na segunda-feira, todos estes eventos girando em torno de um tema central, que este ano foi “Quem foi o Rabi Jesus?”

Na palestra inicial, Divaldo Franco aborda a crença em Deus e a sua correlação com a ciência. Divaldo Franco discorre sobre os últimos descobrimentos da ciência, falando-nos sobre as partículas mente (em inglês \'mind\'), ou seja, como o Espírito (ser pensante) pode ser conceituado como um tipo de energia, a energia pensante, e então ser definido como um conjunto de partículas mente ou “mindeons”, mas ressaltando que, os Espíritos, seres com personalidade, identidade e peso quântico próprios, são criados por Deus, simples e ignorantes, como uma centelha divina em busca da perfeição: o saber moral e intelectual. Desta forma, Divaldo ajuda-nos a fazer a ponte entre a ciência contemporânea e o Espiritismo que, apesar de seus 150 anos, continua tão atual!

Aborda a morte do corpo físico e a desencar-nação, explicando que morrer não é desaparecer, mas transformar-se. Lembra as palavras de Jesus: “Meu Pai trabalha sempre, e eu também” para enfatizar que o Espírito, para evoluir, precisa do trabalho de renovação interior que se realiza nos dois planos: no material, durante a jornada terrestre e no plano espiritual, após a desencarnação.

“Quem foi o Rabi Jesus?” – respondendo a esta pergunta, Divaldo Franco aborda com maestria: o Jesus histórico, o Jesus, ser mitológico, e Jesus, o terapeuta e maior psicólogo que já existiu na Terra. Fala-nos sobre os rastros históricos de Jesus deixados, entre outros, nos escritos do historiador judeu Flávio Josefo (em Antiguidades), que ao discorrer sobre a situação política da Judéia em torno do ano 60 d.C., refere-se a Jesus: “assim ele reuniu o sinédrio dos juízes, e trouxe diante dele o irmão de Jesus, o que era chamado Cristo, cujo nome era Tiago e alguns outros;” em Tácito, historiador romano, e em Plínio o Novo que, enquanto Procônsul na Ásia Menor, em 111 d.C. escreve uma carta ao imperador Trajano em que cita os cristãos, constituindo-se esta em um dos mais antigos documentos não neotestamentários sobre a igreja primitiva1. Fala-nos sobre Jesus, Mestre dos Mestres, companheiro de nossas vidas, cujos ensinamentos morais, éticos ou espirituais encontram-se nos evangelhos sinópticos de Mateus, Marcos e Lucas, no evangelho de João, nos Atos dos Apóstolos e nas cartas do apóstolo Paulo às primeiras comunidades cristãs.

Uma abordagem magistral e, ao mesmo tempo simples, que chega aos nossos corações como pétalas de rosas perfumadas, que nos preenchem de amor e esperança, ao mesmo tempo que seu verbo brilhante nos abre o entendimento para os conceitos simples deixados por Jesus, mas tão difíceis de serem seguidos na sua totalidade por nós, seres ainda imperfeitos e um tanto rebeldes: “Amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo” e “Quem quiser ser o Maior, seja o servo do Menor”.

Divaldo Franco lembra-nos de Gandhi, o pregador da não-violência, que, primeiro luta com a sua própria personalidade, eliminando a violência no seu caráter, para então sair pregando, através do exemplo de vida, este conceito tão benéfico à Humanidade e em especial, ao povo da Índia, naquele momento de crises políticas pela emancipação do país.

Conta-nos ainda a estória da menina Ananda, da classe dos párias da Índia, que, depois de ser acolhida pela ordem de Madre Teresa de Calcutá, vem aliar-se a essas freiras bondosas no combate a AIDS. Espíritos grandiosos que se esforçaram por seguir os preceitos de Jesus encontram-se em todas as culturas e religiões. Aspectos de suas vidas servem-nos de exemplo e estimulam-nos a ter coragem para vencer nossas disposições inferiores e partir, finalmente, em conquista da felicidade através da nossa renovação interior.

Muitos mestres existiram, outros ainda virão para conviver na Terra e deixar exemplos de vida à Humanidade ainda carente. No entanto, é o Mestre Jesus – o Rabi da Galiléia, o maior entre todos, Aquele no qual muitos deles se espelharam, cada um trabalhando um aspecto de Seus ensinamentos.

Assim, ilustra Divaldo, foi também com Seus discípulos; a cada um deles, Jesus proporcionou uma oportunidade de aprendizado diversa: para Simão Pedro, Jesus foi a oportunidade de arrepender-se; para Maria de Magdala, Jesus foi a oportunidade de virtuar-se; para o Apóstolo Paulo, Jesus foi a oportunidade de redenção.

E para nós, quem é Jesus? Como Ele chega ao nosso coração e impulsiona-nos na vida? Divaldo Franco deixa-nos muito a meditar quando relembra a pergunta do Apóstolo Paulo a Jesus: “Senhor, o que queres que eu faça?”

Novamente, Divaldo Franco abre-nos a porta do entendimento, explicando que Jesus oferece-nos a oportunidade de renovação interior, de mudança de padrões de comportamento, de libertação do ser velho e de crescimento através da luta diária de combate ao desamor, ao egoísmo, a inveja, ao orgulho, e a tantos males que atormentam a nossa sociedade materialista e egoísta.

Ao encerrar mais este seminário, Divaldo Franco relembra-nos que todos temos uma missão, um objetivo maior, que é fazer o bem consciente-mente, buscando a harmonia e vivendo conscien-temente e, portanto, intensamente cada momento de nossas vidas, lembrando a promessa do Rabi da Galiléia, o nosso Mestre e Guia: “Eu vos esperarei até o final dos tempos”.

Jesus espera-nos sim, e envia Seus emissários, mensageiros do bem, como Divaldo Franco e outros benfeitores da Humanidade, para nos guiarem em Seu nome, até à hora final!


Na Áustria e nos países irmãos Eslováquia e República Tcheca


A trajetória de Divaldo Franco na Áustria iniciou-se em 1988. Nos países vizinhos, o trabalho de divulgação do Espiritismo começou um ano depois, por ocasião da queda do comunismo e da abertura das fronteiras.

A Áustria é, hoje, um país pequeno, mas próspero, de pouco mais de 8 milhões de habitantes. No entanto, até o início do século dezenove, o império austríaco englobava uma grande área da qual faziam parte as atuais República Tcheca (região da Boêmia), Eslováquia e Hungria. País da ciência e da música, foi Viena que recolheu praticamente na mesma época Franz Anton Mesmer e Wolfgang Amadeus Mozart. Mesmer foi um dos precursores do Espiritismo, reconhecido como o patriarca da parapsicologia, que aqui estudou, desenvolveu e aplicou a sua tese sobre o Magnetismo Animal. Mozart, o grande compositor clássico, que em seus poucos anos de vida compôs mais de 600 músicas.

Quase vinte anos já se passaram desde a primeira palestra de Divaldo Franco em Viena, capital da Áustria. Os frutos dessas visitas anuais de divulgação do Espiritismo, com a colaboração de dois outros grandes trabalhadores da Seara Espírita, Raul Teixeira e Juan Durante, que esporadicamente aqui também comparecem, possibilitaram a fundação da Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec (Verein für spiritistische Studien Allan Kardec) em Viena, um segundo grupo em Dornbin, no estado de Voralberg, e também dois grupos filiados à sociedade de Viena: um grupo em Brno, na República Tcheca e outro em Bratislava, capital da Eslováquia. Em anos passados, Divaldo Franco esteve ainda na Hungria e na Polônia.

“A reencarnação como meio para a iluminação interior” foi o tema da palestra em Brno, na República Tcheca, realizada no dia 31 de maio. O seminário “Em busca da saúde e da paz no ser humano consciente” foi realizado no dia 2 de junho em Bratislava, capital da Eslováquia, e também em Viena, capital da Áustria, no dia seguinte, 3 de junho. As linhas gerais do tema foram certamente as mesmas, pois o objetivo é trazer ao indivíduo uma análise sobre o que é ser saudável e como atingir a paz interior.

No entanto, a abordagem de Divaldo Franco traz sempre elementos novos e nunca é repetitiva. Nós que o acompanhamos em vários locais de palestras, ano após ano, ficamos admirados de sua capacidade de inovar e deixar sempre em nós conceitos para meditar, para examinar e desenvolver nossa busca pela paz e harmonia interior.

Nesses seminários, Divaldo discorre sobre o que é ser saudável e sobre a busca da paz interior e com o exterior, através de nossos relacionamentos pessoais. Ele parte dos pontos estabelecidos pela UNESCO para a Paz Mundial, trazendo a cada um deles o Evangelho de Jesus e os conceitos Espíritas, facilitando-nos a aplicação desses pontos na nossa vida pessoal. Pontos simples, necessários para que estejamos em paz conosco mesmos e com o meio em que vivemos, são enunciados e relembrados, tais como: não se queixar, não buscar a divisão mas a união; rejeitar a violência, para que aquele que está desequilibrado não nos perturbe; ser generoso, mas sem chamar a atenção sobre a sua generosidade; ouvir antes de falar, para melhor compreender o outro; redescobrir a solidariedade; respeitar o planeta, cuidando da natureza, não jogando lixo em locais públicos, economizando a água, o nosso bem mais precioso; e assim através de pequenas coisas buscarmos a humanização e dignificarmos a vida no planeta.

Partindo da conscientização dessas pequenas tarefas humanitárias, Divaldo lembra-nos de que somos seres pensantes, e o pensamento é a nossa maior arma para o bem. Ressalta a importância do poder do pensamento e do controle da mente sobre o corpo e sobre as nossas ações, para que, mais conscientes, possamos ser também mais saudáveis. E finalmente, aponta-nos o caminho a seguir, lembrando Jesus que nos ensinou a orar e que meditou ante os momentos trágicos de Sua vida na Terra.

A palestra de encerramento deste trecho da temporada de 2007 realizou-se no dia 5 de junho em Viena, com o tema “O amor como solução”. Aqui, Divaldo Franco enfoca o amor como a palavra mágica, o sentimento que, ao instalar-se em nossa alma, abre as portas para a solução de nossos problemas. Mas, como Divaldo Franco diz: É preciso abrir-se para o amor, ele não chega de graça. É o amor que nos impulsiona a desenvolver nossos fatores positivos e que nos permite estendê-los aos que nos acompanham na jornada da vida.

Assim, jamais desanimemos ante os desafios da vida diária, são eles que nos fazem crescer!

Em Viena, Divaldo foi singela e carinho-samente homenageado pela passagem dos seus 60 anos de oratória Espírita. Nilson de Souza Pereira, o companheiro de lutas e de Ideal foi também homenageado, por sua contribuição valiosa à nossa casa de Viena e ao Espiritismo, como idealizador e moto gerador da Gráfica Alvorada e da Livraria Espírita Alvorada Editora, sem esquecermos da valiosa contribuição à sociedade desses dois homens notáveis através da obra social e educacional da Mansão do Caminho.

Lembramos, nesta hora que antecedeu a palestra de encerramento deste trecho de sua viagem, a importância de um projeto como o da Mansão do Caminho, que integra a família à comunidade, socializando-a e educando-a desde a sua formação, com o atendimento à gestante e ao recém-nascido, e segue proporcionando educação à criança, ao jovem, oferecendo auxílio a doentes e carentes, mas ainda abrindo-lhes a porta à educação, aos conceitos Espíritas e à vivência cristã no Centro Espírita Caminho da Redenção. Um projeto completo, que abrange os vários aspectos do desenvolvimento do ser humano e oferece uma oportunidade à comunidade de reeducação no bem. Um projeto de almas nobres e valentes, que seguem Jesus, que amam e sofrem calúnias, incompreensões, mas como Ele nos ensinou, continuam firmes no Ideal – amando e perdoando, pois este é o Caminho que Ele nos indicou!

1. Carta de Plínio, o Novo, ao Imperador Trajano: “...[os cristãos] têm como hábito reunir-se em um dia fixo, antes do nascer do sol, e dirigir palavras a Cristo como se este fosse um deus; eles mesmos fazem um juramento, de não cometer qualquer crime, nem cometer roubo ou saque, ou adultério, nem quebrar sua palavra, e nem negar um depósito quando exigido. Após fazerem isto, despedem-se e se encontram novamente para a refeição...” (Plínio, Epístola 97).

Fonte: Jornal Mundo Espírita - Julho/2007

 
     
 
 
 
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