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Movimento Você e a Paz


Sempre fui um apaixonado pelo Evangelho de Jesus e especialmente pela Sua figura incomum. Adicionava a esse sentimento uma imensa ternura por São Francisco de Assis, e me perguntava como ele pôde mudar o rumo da existência, tornando-se o ímpar discípulo do poeta Galileu. Meditava e chegava sempre à conclusão de que se tratava de uma questão de querer, de ter forças para superar as más paixões e deixar-se impregnar pela dúlcida mensagem das bem-aventuranças.

Quanto me foi possível, dediquei-me à educação das gerações novas na Mansão do Caminho, não descuidando o atendimento aos filhos do Calvário. Há 20 anos exatamente, reflexionando sobre os valores do mundo, as conquistas irrelevantes da vida social e acompanhando o progresso da violência sob todos os ângulos possíveis, perguntei-me se poderia fazer algo para contribuir em favor da paz entre as criaturas humanas.

Sabia que a ignorância das Leis de Deus e o egoísmo exercem influência poderosa no comportamento dos indivíduos, e que, para diminuir o seu crescimento mórbido, era necessário não apenas falar, demonstrar repulsa pelo ódio em contágio produzindo sofrimentos. Fazia-se indispensável trabalhar o meu e o íntimo das demais pessoas para a fraternidade e a mudança de parâmetros estabelecidos pelos fortes contra os fracos, indefesos e invisíveis... Notava também a violência resultante dos legisladores corruptos e indiferentes em relação àqueles que os elegeram para cuidarem dos seus direitos perante as leis, ao mesmo tempo em que sentia ser uma doença do Espírito, conforme a denomina a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Fui inspirado a criar um movimento que pudesse despertar as criaturas para as suas reais necessidades, para a autoiluminação, para uma existência tranquila... Ao primeiro momento pareceu-me uma utopia. Comuniquei a amigos e iniciamos visitando escolas dos bairros violentos, falando aos alunos e seus pais, depois transferimo-nos para a praça pública e ampliamos, visitando cidades do Interior do estado, do país e de outras nações.

Apresentamos nosso programa em Londres, Paris, Zurique, Lagos, Coimbra, Assunção e outras cidades. Ontem reiniciamos em Salvador, no Dique do Tororó, na sexta-feira será na Barra, depois no Shopping da Bahia e, por fim, no dia 19, no Largo Dois Julho (Campo Grande), onde culminamos o labor, buscando atrair o máximo de pessoas interessadas, porque, afinal, a paz do mundo começa em cada um de nós. Já tentamos a traição, o rancor, a vingança, o ódio, está no momento de experimentarmos o amor como solução aos problemas que nos afligem e inquietam o mundo. Participe conosco, trabalhando-se interiormente, a fim de viver em paz, esparzindo-a por toda parte.

 Divaldo Pereira Franco.
Artigo publicado no jornal A Tarde,
 coluna Opinião, em 14-12-2017.
Em 15.12.2017.

 
     
 
 
 
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