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XVI Congresso Espírita Colombiano - Encerramento


                                                                                                     

A conferência de encerramento do magno evento do Espiritismo Colombiano, a 6 de junho de 2016, ficou sob responsabilidade de Divaldo Pereira Franco, que abordou O céu e o inferno – estados de consciência.

Servindo-se de conteúdos do best seller Estes dias tumultuosos, de Pierre Van Paassen, publicado depois da Segunda Guerra Mundial, discorreu sobre o comportamento humano nessa terrível calamidade.

Os estudiosos da História da Humanidade concluíram que a maioria das guerras tem motivação religiosa, com predomínio de interesses egoístas de um grupo radical.

A Doutrina Espírita nos explica o porquê dos sofrimentos humanos, que a vida não é única, que nos cabe transitar por várias existências, que o berço é a porta de entrada e a tumba, a de saída da vida.

O pensamento do Papa João Paulo II coincide com o kardequiano, ao afirmar que céu e inferno não são senão estados de consciência.

Os que traímos, os que nos permitimos o predomínio das más qualidades, os que somos portadores de más inclinações e nos permitimos liberá-las, vivemos o inferno sobre a Terra e, depois da desencarnação, continuaremos com as nossas dores, nossos conflitos, nossas aflições.

Afirma que é preciso viver o amor para viver o reino dos céus, que começa no agora, em nossa intimidade. Descreve a felicidade como um estado de consciência tranquila, quando podemos olhar o outro, sem precisar desviar o olhar, por vergonha; é poder deixar pegadas de esperança para os que sigam depois de nós.

Por esse motivo o Espiritismo é o consolo, O Consolador, que veio para nos orientar a solucionar nossos problemas. Jesus não é Aquele que está na cruz, mas Aquele do Sermão da Montanha, Aquele que caminha pelas ruas, O que está ao lado das meretrizes.

O Espiritismo veio como a revelação do amor para que sejamos felizes desde agora. É necessário que façamos uma mudança radical, profunda. Essa mudança se chama amor. Começar desculpando aquele que consideramos não credor do nosso perdão, lembrando que todos nos equivocamos.

O momento da grande transição chegou, a Era Nova.

Que deste Congresso levemos as melhores palavras, os melhores exemplos, que nos esqueçamos da nossa inferioridade e renasçamos agora, para a verdade; que nos liberemos da ideia de sermos eternos enfermos e da ideia de um Deus dominante, sem compaixão, nem misericórdia.

Deus é o Criador de tudo, a Inteligência Suprema do Universo e a Causa primeira de todas as coisas, como nos revelaram os Espíritos.

O convite é para que adentremos o reino dos céus, desde hoje.

Diana Burgos
Tradução sintetizada por
 Maria Helena Marcon
Em 21.6.2016
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