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Divaldo Pereira Franco em São Francisco, Califórnia




Na terça-feira, 15 de março, o médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco realizou um minisseminário na cidade de São Francisco, sobre o tema O poder do pensamento no processo de cura, dando início ao ciclo de palestras no Estado da Califórnia, Estados Unidos. 

O evento foi sediado na First Unitarian Universalist Church & Center e contou com a presença de mais de trezentas e trinta pessoas, que lotaram o espaço.

Após comovente apresentação da soprano Valerie, Divaldo foi convidado a receber uma placa de homenagem dos grupos espíritas do Norte da Califórnia, em virtude de sua vida e  dedicação à causa espírita, especialmente pelo trabalho realizado nesse Estado americano. Suas palavras foram de profunda gratidão pelo gesto carinhoso, transferindo, no entanto, o laurel a Jesus e a Kardec.  

Na sequência, o orador iniciou a abordagem do tema estabelecendo que o maior problema da criatura humana é ela própria, isto é, os conflitos que nela existem. E, a fim de possibilitar uma compreensão mais profunda a respeito do assunto, foram analisadas as cinco características essenciais do ser humano, segundo a proposta do médico psiquiatra e psicólogo cubano Emilio Mira y López: personalidade, conhecimento, identificação, consciência e individualidade.  

Segundo ele, o Espiritismo demonstrou que somos seres divinos e imortais, temporariamente vinculados a um corpo físico por meio de um outro elemento, o períspirito ou corpo espiritual. Dentro dessa tríade – Espírito, períspirito e organismo físico, seria o primeiro elemento o criador e emissor do pensamento, o qual impulsionaria as funções do corpo espiritual, que, por sua vez,  ordenaria as atividades fisiológicas, em perfeita e profunda interação. 

Dessa forma, seria correto afirmar-se que somos o que pensamos e que a nossa saúde integral (física, emocional e espiritual) depende diretamente do controle e do teor de nossos pensamentos, que controlariam as referidas funções da máquina humana.  

Nesse contexto, a mensagem de Jesus a respeito do amor a Deus, ao próximo e a si mesmo funcionaria como terapia psicológica de profundidade com efeitos sobre a saúde orgânica, uma vez que a força do pensamento positivo do amor modificaria as estruturas moleculares do corpo espiritual, equilibrando as suas funções e restaurando, por via de consequência, o equilíbrio do corpo físico.    Em contrapartida, os pensamentos negativos, pessimistas, depressivos, gerariam cargas deletérias sobre o períspirito, cujos reflexos sobre o organismo carnal seriam o seu enfraquecimento e desequilíbrio, ensejando nele os estados morbíficos.  

A educação do pensamento seria, portanto, essencial para o processo de cura integral do ser humano, evitando-se as perturbações causadas pelo individualismo, pelo consumismo, pela sexolatria , pela ansiedade. 

Divaldo destacou a afirmativa do psiquiatra Carl Gustav Jung, que assevera ser Jesus o protótipo do homem integral, plenamente saudável. Não por outra razão, os Espíritos nobres informaram  a Allan Kardec, na obra O Livro dos Espíritos, que Jesus é o modelo e guia de toda a Humanidade. A proposta apresentada por Ele em Seu Evangelho, que significa boas novas de alegria, é toda de otimismo, progresso e saúde.  

Divaldo concluiu sua dissertação reafirmando que podemos realizar os processos de cura e autocura através do poder mental bem canalizado e que somos todos filhos de Deus, portanto, seres lucigênitos, em franco processo de evolução espiritual, eliminando nossas imperfeições morais e clareando nossas sombras psicológicas por meio das experiências reencarnatórias, até que atinjamos o estado numinoso. 

Na parte final do minisseminário, foram respondidas perguntas do público a respeito de meditação como recurso terapêutico; cura e autocura; necessidade das terapias acadêmicas; transição planetária e saúde integral.

Júlio Zacarchenco
Foto: Lucimar e Akemi Adams

 
     
 
 
 
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