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III Congresso Espírita Paraense - janeiro 2016




Ao som da música Paz pela Paz, de Nando Cordel, pelo Grupo Sol da Vida, depois de assistir a um vídeo que mostrou um pouco de sua trajetória e a história da Mansão do Caminho para os internautas e cinco mil presentes, no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, Divaldo Pereira Franco abriu o III Congresso Espírita Paraense, na noite de 15 de janeiro de 2016.

Suas primeiras palavras foram de gratidão, transferindo a homenagem de receber das mãos de crianças e adolescentes oitenta e oito rosas brancas, à figura incomparável de Allan Kardec, graças a quem é possível manter o equilíbrio emocional, psíquico pelo conhecimento do Espiritismo.

Divaldo lembrou que aprendeu a amar Belém e o Estado do Pará, desde que esteve, pela primeira vez, no Teatro da Paz, na década de 50. Um presente na semana dos quatrocentos anos de Belém.

 Sua conferência, O Amanhecer de uma Nova Era, trouxe reflexões a respeito do momento que se vive na Terra.

Segundo o conferencista: Amanhece um dia novo. Esta é uma aurora de bênçãos. A dor fugirá da Terra. Estão reencarnadas centenas de milhares de almas nobres, crianças geniais na música, na matemática, nas artes variadas, na ciência.

Asseveram os Espíritos nobres que está havendo uma mutação dos nossos genes, como houve no passado, por ocasião dos visitantes de Capela, para que o corpo do futuro possa resistir às enfermidades de natureza degenerativa.

 Concluiu afirmando que estamos entrando numa era nova, nunca houve tanto amor na Terra. Estes são dias novos e cada um de nós é um mensageiro da esperança. O Espiritismo nos traz esperança, consolação, alarga as portas da verdade e mostra que o céu é um estado de consciência tranquila. O inferno é um estado de consciência de culpa.

E afirmou: Não há governo que possa manter a paz. A paz é íntima.

Encerrou com o Poema da Gratidão, do Espírito Amélia Rodrigues.

 

 Maria Rachel Coelho Pereira.

 
     
 
 
 
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