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Florianópolis recebe Divaldo Pereira Franco




Em 26 de dezembro de 2006, o extraordinário conferencista Divaldo Pereira Franco esteve em Florianópolis, SC, homenageando, pela manhã, os trabalhadores da Sociedade Espírita Recuperação Trabalho e Estudo – SERTE, pelo transcurso do seu cinqüentenário, levando sua mensagem de estímulo e solidariedade àquela Casa de amor.

Visitando suas dependências, abraçando seus integrantes e assistidos, o querido baiano espargiu bom ânimo e confiança aos olhares quase apagados dos velhinhos que o aguardavam, bem como entusiasmo e alacridade às crianças que igualmente o vieram saudar. Foi o coroamento de um Natal inesquecível para uma Insti-tuição séria e respeitável, que dignifica o nosso povo, mas em especial aos seus colaboradores, empresários do bem a serviço de Jesus.

Em pleno brilho das luzes do Natal, que engala-navam a já portentosa paisagem daquela ilha, outra energia amorosa aportou naquela terra encantadora, sustentada pelo combustível do idealismo e da renúncia – quando a grande maioria lá busca as amenidades do mar para o lazer – com o ideal alcandorado de fundir sentimentos e emoções superiores nos corações, para a conquista do brilho interior, para o retorno à auto-estima e dignificação, inoculando bálsamos que só o amor enseja, diminuindo as agruras humanas no ocaso da vida.

Foi uma genuína “festa espiritual”, onde a emoção daqueles trabalhadores, distendendo-se ao derredor, impregnaram a todos, comovendo, tocando-nos a sensibilidade, fazendo associar-nos aos júbilos irradiantes, ensejando-nos meditar em torno do que seja a vera felicidade... Estão de parabéns aqueles servidores fiéis, que bem aplicam os talentos que o Senhor da Vida lhes concedeu, naquela veneranda e exemplar Instituição.

Convidado a proferir uma oração final, Divaldo solicitou antes entretecer breves palavras, nas quais ressaltou os insondáveis aspectos pelos quais age a Divina Providência quando delineou aquela Obra extraordinária: “Joanna de Ângelis assevera que o acaso, em cujo poço atiramos tudo aquilo que ignoramos, é o resultado de Leis que foram muito bem trabalhadas, para que em determinado momento pudessem oferecer o resultado que não se espera...”

Passou, então, a narrar a história de um judeu americano dos tempos modernos, muito rico, que em 9 de março de 2001 encontrava-se em Tel Aviv e que escapou “milagrosamente” do atentado de um homem-bomba em que muitos pereceram, e, posteriormente, por outra circunstância fortuita, ambas muito bem narradas por Divaldo, safou-se do trágico episódio de 11 de setembro daquele mesmo ano, nos Estados Unidos, quando do atentado às Torres Gêmeas, onde tinha seu escritório, ausente que estava, no momento crítico daquele ataque. E por julgar não merecer ter sua vida poupada, esse israelita americano resolveu dedicar-se à tarefa de salvar vidas. Assim age a Providência Divina...

A partir deste episódio, Divaldo traçou um paralelo entre esta personagem e os fatos que antecederam a fundação da SERTE, citando sua visão espiritual, na noite anterior, ao chegar em Florianópolis: “Foi exatamente isto que o Dr. Helio Abreu, fundador da SERTE, e a quem conheci, falou-me enquanto me preparava para o repouso: que a SERTE entrava agora em uma outra fase, que esses cinqüenta anos foram quase experimentais. O barracão de madeira em que Nelito (o fundador) começou seu trabalho tinha as atividades quase sem uma planificação terrestre, porque tudo era providenciado do Mundo Espiritual para o Mundo Físico, e que esta obra começara 30 anos antes da reencarnação do Nelito. Foi no Mundo Espiritual que o projeto se desenhou, com a participação de outros eminentes trabalhadores, como Osvaldo Mello, Ari Kardec de Mello, que agora estavam presentes, assessorados por outros amigos e benfeitores da Ilha de Santa Catarina.”

Como é de sua característica, Divaldo concluiu posteriormente com uma bela exortação, que transcrevemos, para que suas palavras sirvam a todos os idealistas afeiçoados ao exercício do bem: “Esta é a nossa hora. Fomos enriquecidos pela oportunidade de servir. Estamos convidados ao banquete. Falta-nos, ainda, a túnica nupcial que estamos tecendo com as mãos do trabalho, adornadas pelo espírito da caridade. Somos obreiros imperfeitos, que reconhecemos ser, mas temos o discernimento de saber que o chamado do Senhor encontrou ressonância em nosso mundo íntimo. Por isso mesmo, arregacemos as mangas da camisa para podermos trabalhar como oleiros (alusão aos detalhes narrados sobre o início das construções da SERTE), fazendo os primeiros tijolos, carregando-os, mas agora colocando também o teto das construções de amor que irão albergar o Reino de Deus, saído do nosso coração.”

À noite, proferiu Divaldo uma magistral palestra pública, no espaço de eventos do Shopping Beira Mar, com um tema que enfocava a paz, perante mais de 1.500 pessoas. Mente habituada ao trabalho no bem, Divaldo tem o dom quase mágico de despertar consciências, de adentrar mentes inquietas e corações aflitos, fortalecendo resistências, revertendo o panorama íntimo ao gerar expectativas positivas e a certeza da bonança, que sempre sobrevém, pois Deus é amor.

Inolvidável Natal, autêntica presença de Jesus, proporcionada por um Seu dedicado servidor...

Délcio C. Carvalho

Fonte: Jornal Mundo Espírita - Fevereiro/2007

 
     
 
 
 
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