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Seminário de Divaldo Pereira Franco em Araras - 22.11.2015


Encerrando o roteiro de atividades de divulgação do Espiritismo no Estado de São Paulo, iniciado a 16 de novembro de 2015, Divaldo Pereira Franco realizou, na manhã  do dia 22, seminário, em três módulos, no salão nobre do Sayão Futebol Clube, para um público de mil e trezentas pessoas.

Divaldo utilizou-se da obra O Cavaleiro da Armadura Enferrujada, de autoria de Robert Fisher, para convidar o público a uma jornada interior, em busca da própria realidade e para uma análise da problemática do ego e da necessidade de a criatura humana alterar a sua conduta moral para melhor, a fim de se plenificar.

Tratava-se de um cavaleiro que, ao longo de muitos anos, habituou-se a manter-se vestido com sua armadura de ferro, que acabou enferrujada. Ele era casado e tinha um filho, mas o seu relacionamento com a família era muito distante e difícil.

Após uma discussão com a esposa, aborrecido, decidiu afastar-se do domicílio e realizar uma viagem, na qual passou a ter contato com alguns outros personagens, com os quais se relacionou e que o ajudaram a refletir sobre a própria existência.

Por fim, o cavaleiro considerou que deveria retirar a armadura, o que não conseguiu de imediato, uma vez que ela se encontrava muito enferrujada e de difícil remoção. Um dos personagens disse-lhe que seria necessário atravessar uma determinada trilha, onde encontraria três castelos: o do silêncio, o do conhecimento e o da vontade e ousadia. Ser-lhe-ia necessário permanecer certo tempo em cada um deles, para se lhes aprender as lições, de modo a estar apto a seguir para o seguinte e, ali, ter novas experiências e aprendizados.

Nesse processo, passando por cada castelo, o cavaleiro foi introjetando os diferentes ensinamentos, refletindo sobre a própria vida, conhecendo mais de si mesmo, ao tempo em que ele passou a mudar de pensamentos, de comportamentos, e , com isso, a armadura, de parte em parte, começou a cair de seu corpo, até que ele viu-se totalmente liberado dela.

Divaldo esclareceu que a viagem do cavaleiro pela trilha, visitando cada um daqueles castelos, é bem a viagem de autodescobrimento e da autoiluminação de todos nós, que trazemos as nossas máscaras, as personas a que se referia Carl Gustav Jung.

Ao longo de nossa jornada evolutiva, criamos condicionamentos negativos, que se tornaram uma segunda natureza, passamos a usar máscaras que compõem a nossa personalidade, que usamos para agradar as convenções sociais. E assim, perdemos o contato com o nosso ser profundo, a nossa realidade espiritual.

Conforme afirmou o orador, é necessário que façamos a viagem interior, em busca do conhecimento da Verdade, dessas leis divinas que estão escritas em nós, para que tomemos consciência de que somos Espíritos imortais e de que a nossa meta psicológica profunda deve ser amar, vencendo os nossos medos e dúvidas, eliminando as nossas imperfeições morais e estabelecendo-se, assim, a conexão entre o ego e o Self.

Encerrando o seminário, concluiu que o amor, como o mais excelente recurso psicoterapêutico, é a única solução para os nossos problemas e que, ao expandirmos a nossa visão espiritual, por meio dos processos de autoconhecimento e autoiluminação, passaremos a perceber o mundo maravilhoso em que vivemos e todas as bênçãos divinas de que somos beneficiários, de modo que as nossas queixas diminuirão e um profundo sentimento de gratidão à vida e a Deus extravasará de nossos corações.

Júlio Zacarchenco.
Em 26.11.2015.

 
     
 
 
 
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