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O amor como solução




Autora Espiritual: Joanna de Ângelis
Médium: Divaldo Franco
Publicação: Livraria Espírita Alvorada Editora

Há quase 150 anos, quando O Livro dos Espíritos foi lançado, poucos puderam compreender a afirmativa dos benfeitores, na resposta dada à questão 793, ao nos advertir que civilizados só seremos “banindo os vícios que nos desonram e vivermos como irmãos, praticando a caridade cristã. Até então seremos apenas povos esclarecidos, que hão percorrido a primeira fase da civilização”.

A obra O Amor como Solução, vem agregar valores novos ao entendimento desse conceito sociológico expendido pela Doutrina Espírita.

Com exatas 200 páginas, em que se distribuem 30 capítulos, o Espírito Joanna de Ângelis deixa vazar a sua impressionante facilidade de retratar os atribulados cenários da existência no mundo.

A “arrogância”, que é um dos flagelos na vida de relação entre as criaturas, ela traduz como a “síndrome de tormento interior e de insegurança emocional, que se desloca em forma de falsa superioridade”. Nada mais verdadeiro! Esse sentimento grotesco, antítese da humildade cristã, a todos sufoca, desfi-gurando o caráter coletivo da Humanidade.

Exemplifica com a imagem tristemente célebre de Jesus perante Pilatos, no Pretório. O primeiro, na sua “aflitiva condição de vítima” e, o segundo, no exercício da arrogância, “no fastígio da mentira”.

Mais adiante, ela nos traz consi-derações valiosas sobre “simplicidade e pureza de coração”, explicitando, em particular para os “cristãos-espíritas modernos, que O olvidam, d'Ele utilizando-se somente para brilhar e serem conhecidos”, que Jesus é a expressão máxima de desinteresse e pureza. Fora disso, é praticar a iniqüidade a que o Mestre respondeu de forma lapidar: “Afastai-vos de mim”, ao falar da “porta estreita”, concitando-nos à vigilância (Lucas, XIII, 23 a 30).

Capítulos como “Libertação”, “Sacrifícios do Amor”, “Doenças da Alma”, “Opção pelos Pobres”, “Realização Pessoal”, “A Canção da Imortalidade”, “Paz na Terra”...projetam o leitor para uma dimensão extraordinária de novas reflexões, como nunca, oportuníssimas.

Sabemos que os jardins florescem quando a primavera os acolhe em seu regaço de cores e perfumes, que as idéias proliferam quando os seres amadurecem na ânsia do crescimento interior e que os livros permanecem quando ajustados aos clamores de muitos em suas necessidades imediatas, tanto quanto a vacina é buscada mais intensamente nos surtos epidêmicos.

O Amor como Solução é um hinário de esperanças onde o Espírito Joanna faz a anatomia da dor, para exaltar a importância desse sentimento que é a força nutriente do Universo. Veio para ficar!

Fica claro que no contraste dos fardos, o de Jesus é o mais leve, bem mais fácil de carregar e que se a caminhada com Ele ainda é áspera, sem Ele, tende a piorar!

Carlos Augusto de São José

Fonte: Jornal Mundo Espírita - Fevereiro/2007

 
     
 
 
 
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