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Divaldo Pereira Franco em Porto Alegre, RS - 13.11.2015


Finalizando um roteiro de divulgação da Doutrina Espírita em Foz do Iguaçu e Cascavel, no Paraná e em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul,  Divaldo Franco esteve em Porto Alegre para participar da 61ª Feira do Livro, em 13 de novembro.

Ainda nas dependências do hotel, onde se encontrava hospedado, o Embaixador da Paz no Mundo concedeu três entrevistas para os jornais O Sul, Zero Hora e para a Rádio da Universidade/UFRGS.

Na entrevista ao Jornal O Sul, Divaldo abordou assuntos relacionado ao livro de Ana Landi, Divaldo Franco – A Trajetória de um dos maiores médiuns de todos os tempos; o retorno do Espírito Emmanuel ao corpo físico; o sentido da vida; compaixão aos suicidas; o Espiritismo no Brasil; as mudanças de comportamento como solução apresentada pelo Espiritismo; a transição planetária; a dignidade da mulher; o uso da faculdade mediúnica; a crise moral; a fatalidade da morte do corpo físico, finalizando com a declaração de seu apreço e consideração ao Rio Grande do Sul.

À Rádio da Universidade, abordou as questões relativas à transição da Terra para a categoria de mundo de regeneração; a decadência dos valores éticos; a mudança para os valores de ordem elevada; a vigência do amor, da solidariedade; o respeito à natureza; os ideais nobres frente ao sexo, ao individualismo e ao materialismo; as medicinas alternativas;  e,  por mensagem final, disse que vale a pena amar.

Para o Jornal Zero Hora, Divaldo falou sobre o início de sua mediunidade; a sua primeira palestra, no ano de 1947; a ignorância como fator de transferência para outros o que a própria pessoa deveria assumir; o Espiritismo como fator de despertamento; o prazer e a felicidade; o silêncio dos bons revitaliza a ação dos maus; a sintonia com os desencarnados e a mediunidade; os níveis de consciência;  a necessidade de que os valores éticos sejam utilizados para viver, e não para exibir-se.

Em uma promoção da Câmara Rio-Grandense do Livro e com o apoio da Federação Espírita do Rio Grande do Sul, Divaldo Franco esteve no Teatro Carlos Urbim para proferir conferência, onde abordou as questões relativas aos avanços dos conhecimentos científicos e tecnológicos, notadamente a partir do Século XVII e o florescimento de ideias novas trazidas por eminentes pesquisadores.

Eloquente como de hábito, apresentou os quatro cavaleiros do Apocalipse da atualidade: a AIDS, a violência, a drogadição e as doenças degenerativas. Salientou o nobre conferencista que as conquistas do exterior não equilibram as de ordem interna. A fome no mundo encontrará a sua solução no emprego da solidariedade, na prática do amor, conforme preconiza o Mestre de todos os tempos.

Ao encerrar, Divaldo Pereira Franco foi longamente aplaudido e ovacionado pelo público muito atento.

Antes da sessão de autógrafos, que se prolongou por mais de uma hora, com várias centenas de pessoas, juntamente com Ana Landi, Divaldo concedeu mais uma breve entrevista, agora para a TVE/RS, oportunidade em que discorreu sobre a plenitude da vida, a caridade, a literatura espírita que fornece esclarecimentos e comprovações, construindo harmonia para a vida.

 

    Paulo Salerno.

 
     
 
 
 
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