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Encontro Fraterno com Divaldo Franco – 18.10.2015


Após excelente momento artístico com Maurício Virgens, barítono, e Guilherme Baldovino ao piano, todos se prepararam para o final do Encontro, que foi de muita harmonia, sensibilidade, um ágape espiritual.

O Encontro Fraterno 2015 teve mais de quarenta e nove mil acessos pela internet, divididos por dez países. Oitocentos e dez participantes representaram os Estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Estavam representados, também, os países: Angola, Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos da América, Inglaterra, Singapura, Suíça e Uruguai.

Jonas Pinheiro, de São Paulo, homenageou Divaldo Franco e, simbolicamente, ao Tio Nilson – Nilson de Souza Pereira -, pela realização da 1ª edição do Movimento Você e a Paz em São Paulo, Capital.

Divaldo agradeceu aos colaboradores: Tânia Moreira, Maurício Virgens, Henrique e Guilherme Baldovino, a família Beira e Mateus que, com suas performances, prepararam o ambiente através de interpretações musicais de alto nível.

No primeiro dia, Divaldo Franco propôs que cada participante fizesse uma pergunta para Deus, e que as respostas estariam disponíveis no final do Encontro.

Assim, foram selecionadas, aleatoriamente, algumas perguntas que foram comentadas por Marlon Reikdal, Íris e Cláudio Sinoti, sob a coordenação do anfitrião.

Todos, na entrada do salão, receberam um envelope onde se encontrava a resposta de Deus, nas palavras de Joanna de Ângelis, retiradas de suas diversas obras e de outros autores.

Finalizando, foi realizada uma homenagem aos voluntários que, no palco, foram brindados com belas canções. O público, muito participante, acompanhou cantando e batendo palmas.

O Encontro Fraterno 2015 se revestiu de muitas bênçãos. Cada participante atento pôde usufruir de energias benfazejas, renovando-se para novos cometimentos. A fraternidade, sempre presente, oportunizou diálogos, novas amizades, encontros e reencontros.

Paulo Salerno.

 
     
 
 
 
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