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8º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul - 1.10.2015



Em sua característica habitual, não se permitindo ficar inativo com relação ao Espiritismo, Divaldo Franco, médium e orador espírita, semeador de escol, aproveitou parte da manhã do dia 1º de outubro para conceder, a convite, entrevista para a TVFERGS, a TV da Federação Espírita do Rio Grande do Sul, abordando temas diversos.

No final da tarde, início da noite, o Paulo de Tarso dos dias atuais, apresentou-se no Palácio dos Festivais para proferir a conferência O Céu e o Inferno à luz do Espiritismo. A Presidente da FERGS, Maria Elisabeth da Silva Barbieri, saudou os participantes destacando a alegria em recebê-los, desejando que os corações sejam aquecidos e as almas refertas de esclarecimentos e consolações.

Divaldo apresentou uma panorâmica histórica, notadamente na França, onde  pensadores e líderes políticos, após a Revolução Francesa de 1789, decidiram abandonar a ideia de Deus, adotando o materialismo.

Já no Século seguinte, o XIX, o Século das Luzes, a Humanidade viu florescer o crescimento científico, e grandes nomes de pensadores, artistas, filósofos, cientistas, como Paul Pierre Broca, médico, anatomista, e outros dedicados pesquisadores, como Jean-Martin Charcot, professor no Hospital Salpêtrière, em Paris/França, foram apresentando respostas para indagações antigas.

De um lado florescia a ciência, cética, fria, de outro, a Humanidade recebia, em 1804, aquele que mais tarde seria conhecido como Allan Kardec, apresentando e desenvolvendo a Ciência Espírita a partir do ano de 1857, com o lançamento de O Livro dos Espíritos.

Adentrando pelo Século XX, o conhecimento científico continuou a se ampliar, beneficiando a Humanidade, ensejando que novos conceitos fossem sendo mudados nas artes, no conhecimento em geral, principalmente após a Segunda Guerra Mundial.

Tocando os corações, Divaldo narrou a comovente história vivenciada pela família Stanford, da Califórnia/EUA, no início do Século XX. Com a morte de seu filho Leland, sua mãe transformou-se radicalmente, desfazendo-se de seu patrimônio em favor dos necessitados, principalmente os órfãos, fundando, também, a Universidade Stanford.

As palavras incentivadoras e finais do Embaixador da Paz no Mundo, Divaldo Franco, foram no sentido de exortar a criatura humana a fazer todo o bem possível, ser solidário para não ser solitário.

Após declamar o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, foi calorosamente aplaudido, ficando o público de pé, agradecendo-lhe as lídimas palavras de exaltação ao bem, ao amor e a vida.

    Paulo Salerno.
Em 2.10.2015.

 
     
 
 
 
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