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Conferência na Concha Acústica da Universidade do Rio de Janeiro



Na sexta-feira, 28 de agosto [2015], o médium e orador espírita Divaldo Franco proferiu uma conferência pública na Concha Acústica da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, no Maracanã, para um público de cerca de quatro mil pessoas.

As atividades tiveram início às 18h30, com a dramatização do livro Filho de Deus, de autoria do Espírito Joanna de Ângelis, psicografado pelo médium e palestrante da noite, e com a participação dos membros do Grupo Espírita Caminho da Esperança, do Rio de Janeiro, entidade organizadora e promotora do evento.

O final da apresentação contou com a performance de Saulo Laucas, músico e tenor, que maravilhou o público com seu grandioso talento vocal.

Na sequência, Divaldo Franco foi convidado ao púlpito e suas primeiras palavras foram de exaltação ao Amor, afirmando que na vida de todos nós ocorrem situações que, de uma hora para outra, mudam, completamente, o nosso roteiro, a direção de nosso caminhar, e que, por isso, a melhor maneira de conduzirmos a nossa existência é através do Amor.

Para ilustrar a sua proposta doutrinária e terapêutica, narrou a história de James Pike, eminente bispo americano da Igreja Episcopal, cujo filho toxicômano desencarnou pelo suicídio indireto, após ingerir uma grande dose de soníferos para poder dormir. Esse trágico acontecimento teria posto em xeque a fé do bispo que, oportunamente, teve contato com uma médium inglesa, por cujas faculdades paranormais manifestou-se o filho desencarnado e um seu amigo íntimo, também já falecido, ambos dando-lhe provas da imortalidade da alma e da comunicabilidade dos Espíritos. Diante das provas incontestes, James Pike passou a ter a fé inabalável na vida imortal, a ponto de escrever um livro sobre a sua experiência pessoal intitulado O Outro Lado e de ir a público, nas redes de televisão e rádio, ou proferindo sermões, declarando a veracidade do que houvera testemunhado.

Embasando os fatos narrados sobre a vida do Bispo Pike com os ensinamentos do Espiritismo, Divaldo asseverou que todos nós experimentamos momentos de crise interior, de dúvida, de questionamento sobre a vida, sobre o sentido de nossa existência. Afirmou, também, que o mundo atravessa um dos seus momentos mais críticos de toda a História, com crises de toda ordem - espiritual, moral, social, econômica, guerras-, que são resultados de nossos comportamentos equivocados, em desalinho com as leis divinas, as leis cósmicas.

A solução para essas crises e o retorno ao estado de equilíbrio, individual e social, estariam na vivência da proposta terapêutica do Evangelho de Jesus, na sua pureza, conforme aclarado pelo Espiritismo.

É necessário, disse o orador, que realizemos a viagem interior, para encontrarmos em nossa própria consciência a diretriz segura para bem viver, sendo essa diretriz a própria lei divina em nós. Nesse sentido, viveríamos dentro de um padrão de resignação dinâmica, isto é, aceitando as ocorrências inevitáveis, sem revolta que nos desequilibrasse mais ainda, e trabalhando os fatores de nossa existência e de nosso mundo interior para construirmos um futuro melhor para nós mesmos, concretizando a nossa autoiluminação.

Encerrando a sua conferência, Divaldo retornou à mesma exaltação de suas palavras iniciais, a exaltação ao Amor, dizendo que vale a pena amar a si mesmo e ao próximo, convocando todos a uma marcha de ternura, de amor, de carinho, de aprofundamente e enobrecimento dos laços de família, de cuidados amorosos aos filhos, para que os núcleos familiais, bem estruturados no Amor, possam compor uma sociedade mais justa, harmoniosa e feliz.

Concluiu sua oratória com a declamação da mensagem profunda dos versos do Poema da Gratidão, de autoria do Espírito Amélia Rodrigues.

Júlio Zacarchenco.
Em 2.9.2015.

 
     
 
 
 
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