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6º Congresso Espírita CEJA - Barra - Rio de Janeiro


O médium e orador espírita Divaldo Pereira Franco participou, neste último domingo, 23.8.2015, do 6o. Congresso CEJA-Barra, promovido pelo Centro Espírita Joanna de Ângelis-Barra e realizado no Citibank Hall, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, com a participação de três mil e seiscentas pessoas, que lotaram a grande casa de espetáculos.

O congresso teve como tema central O Corpo Expressa as  Dores da Alma e sua apresentação ficou por conta dos atores Felipe de Carolis e Mariana Molina.

Abrindo a cerimônia, a consagrada cantora Leila Pinheiro ofereceu ao público momentos de encantamento com canções sobre a paz, o bem e o amor.

Divaldo proferiu a conferência de encerramento, que versou sobre Transtornos Psiquiátricos e Obsessivos.

Fazendo uma análise sobre a história da Medicina, relacionou vários vultos das ciências, da filosofia, das artes, das religiões, e seus conflitos e experiências pessoais, demonstrando que os fenômenos extrafísicos estão presentes na vida de todos nós, interagindo diretamente com a dimensão física do ser, o corpo.

Com base no conceito junguiano do Self e nas descobertas da Neurociência e das Ciências Psíquicas - destacando as pesquisas e experiências dos Drs. Ian Stevenson e Stanislav Grof -, que corroboraram os postulados espíritas, afirmou que o centro da vida não é o cérebro, uma vez que este responderia aos comandos do pensamento, que é extrafísico e criado pelo ser profundo que somos, o Espírito imortal; afirmou, também, que somos o que pensamos e que todos trazemos dores na alma, que acabam por se expressar no corpo pelo processo de somatização, gerando processos como a depressão, a bipolaridade, o Parkinson, o Alzheimer, o câncer etc. Essas aflições da alma teriam a sua causa estabelecida, muito frequentemente, em reencarnações anteriores, em decorrência de nossos atos e pensamentos desequilibrados.

Em seguida, Divaldo discorreu sobre uma outra causa das aflições da alma: a obsessão espiritual. Utilizando-se dos conceitos contidos na obra O Livro dos Médiuns, de Allan Kardec, explicou o que são as obsessões, a sua gênese, os seus tratamentos, a sua profilaxia e a sua cura. Esclareceu que, comumente, essas influências persistentes e negativas dos Espíritos sobre os indivíduos são confundidas com outros transtornos psiquiátricos e que as obsessões de longo curso podem degenerar em doenças físicas, exigindo uma abordagem terapêutica espírita associada à médica.

Para exemplificar a sua tese, apresentou um caso de obsessão que se deu com um jovem criado na Mansão do Caminho, instituição sócioeducativa que Divaldo fundou na cidade do Salvador e que atende diariamente a mais de três mil e duzentas crianças. A narrativa, repleta de detalhes do processo obsessivo e de sua causa, demonstrou que somos todos colhedores de nossa sementeira no passado e que o amor e o perdão são as mais excelentes psicoterapias de profundidade para todos os seres.

Na conclusão de suas reflexões em torno do tema, Divaldo afirmou ser o Espiritismo o próprio Cristo que retornou à Terra, na forma do Consolador que houvera prometido enviar à Humanidade, a fim de que ele consolasse as dores das almas e, oferecendo o entendimento das causas geradores dessas aflições, facultasse aos indivíduos a extirpação delas e encontrar um sentido psicológico profundo para a existência, ensejando, portanto, a plenificação da vida.

O encerramento da conferência deu-se com a declamação do belíssimo Poema da Gratidão, de autoria da benfeitora espiritual Amélia Rodrigues.

Júlio Zacarchenco.
Em 31.8.2015.

 
     
 
 
 
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