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Visita ao Vaticano


A visita ao Vaticano para participar-se da audiência e ouvir-se a mensagem pública do Papa é feita com cuidados especiais e muita antecipação.

No dia 28 [de janeiro] passado[2015], quando mais de cinco mil pessoas acotovelavam-se nas ruas próximas à Praça de S. Pedro, para passarem pelos detectores de metal, com temperatura negativa e vento frio cortante, constatei, mais uma vez, a força do amor que o Papa Francisco inspira e oferece.

Ao entrarmos e acomodarmo-nos, no imenso salão Paulo VI, houve um pequeno espetáculo circense, que se repetiu com a sua presença, muito gentil e sorridente, sem qualquer aparência de afetação, de soberba ou de presunção, qual a postura de um apóstolo de Jesus.

No momento da abertura da solenidade, foram citadas as caravanas religiosas que vieram de diferentes partes do mundo com os seus pastores.

Durante a solenidade, que é muito grave, o Papa abordou, lendo o texto, o tema sobre o Pai de família em italiano perfeitamente entendível para as pessoas de língua portuguesa e espanhola, com pontuações claras e definidas, a respeito dos filhos que ficam órfãos pelo abandono dos pais vivos e se tresmalham no rebanho imenso da irresponsabilidade, Todos o ouvimos com imenso silêncio e reflexão. Por fim, fez um belo apelo ao retorno à família equilibrada, doméstica e cristã, recordando que Jesus chamou Deus pelo nome de Pai.

O texto poderia ser estudado em qualquer reunião espírita pela abordagem profundamente cristã, como o faria o Mestre de Nazaré.

A seguir, o mesmo texto foi lido em português, inglês, espanhol, árabe e polonês, por diferentes religiosos desses países.

O ambiente se transformou em local de alegria e de participação do público, cantando, aplaudindo sem cessar.

Por fim, foi cantado o Pai Nosso em latim (antes distribuído a todos os assistentes) e encerrada a audiência, que demorou um pouco mais de uma hora.

O Papa desceu da parte superior do salão e foi abraçar as autoridades diplomáticas, governamentais e religiosas presentes nas primeiras filas, dali saindo por outra porta, não mais passando pelo público.

Nós conseguimos ficar na terceira secção com entrada especial.

A psicosfera ambiente era suave e bela, estimuladora ao bem e reconfortante. Entidades desencarnadas, nobres e venerandas, participaram do evento que comoveu a multidão, socorrendo os necessitados e inspirando-nos a todos a seguir o Evangelho de Jesus, em clima de paz, de trabalho e de união.

Divaldo Pereira Franco
Revista Presença Espírita, março/abril 2015.
Em 5.8.2015.

 
     
 
 
 
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