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Um marco histórico




No século XIII, um jovem comerciante, em companhia de seu pai e seu tio, deixou as terras de Veneza, na Itália, embrenhou-se por ínvios caminhos, chegando à China, à fabulosa corte do soberano tártaro, Cublai Cã, onde foi recebido com grande cordialidade, tendo permanecido naquelas terras cerca de 20 anos.

No século XXI, um brasileiro, baiano de Feira de Santana deixou as terras tropicais de Salvador, na Bahia, e depois de muitas horas de espera em aeroportos, alternadas com horas de vôo, um périplo doutrinário por terras australianas, chegou à China.

O seu nome é Divaldo e com ele estava o amigo Nilson. Ali, na cidade de Beijing, em um Hotel onde se hospedaram, numa pequena e confortável sala, reuniram 11 pessoas. E Divaldo Pereira Franco proferiu a primeira palestra espírita, em solo chinês. “Foram duas horas de alegrias incontidas e de gratidão a Deus”, no dizer do próprio Divaldo.

Marco Pólo se encantou com as riquezas da corte em Pequim. Contaria sua história, um dia, a um escriba, que a transferiu ao pergaminho, tornando o veneziano famoso.

Divaldo encantou corações com as pérolas de luz que distribuiu durante 120 minutos de palestra lúcida e instrutiva. O seu feito ficou gravado nas mentes dos que o ouviram, nas memórias do Invisível e na História do Espiritismo.

Quando se falar de divulgação da Doutrina Espírita, uma data merece figurar ao lado de outras de importância: 23 de junho de 2004.

Da China, o pregador baiano voltou à capital australiana, iniciando seu largo retorno, via Sidney, depois Los Angeles, Chicago, São Paulo, chegando a Salvador no dia 29 de junho.

 
     
 
 
 
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