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Ampliando os horizontes espirituais da Terra - Parte IV


 
BRATISLAVA/REPÚBLICA ESLOVACA
 
Às 16h, seguimos com Josef e um grupo de vienenses, além dos gaúchos, com destino a Bratislava, a bela capital da república Eslovaca, onde Divaldo tem estado nos últimos vinte anos, divulgando a Doutrina Espírita.
 
A viagem muito breve, em razão de estar concluída a autopista, mais ou menos de uma hora, levou-nos a uma bela sala onde se reuniram 48 pessoas, incluindo os que nos seguiram de Viena, a fim de que Divaldo pronunciasse a conferência sobre o tema Libertação do sofrimento, com muito boa tradução ao eslovaco por Josef, durante 60 minutos.
 
Durante o intervalo foi apresentado o DVD sobre a Mansão do Caminho e como somente foi proposta uma pergunta, Divaldo abordou a ação da caridade, que é essencial na conduta do espírita, relatando o trabalho que vimos desenvolvendo em Salvador, desde o ano de 1947, quando foi fundado o Centro Espírita Caminho da Redenção.
 
Algo comovedor acontece em Bratislava, todos os anos. Uma senhora respeitável, delicadamente oferece a Divaldo todos os anos um doce caseiro regional, que é repartido com os amigos que o acompanham, num gesto comovedor.
 
Mais uma vez repetiu-se a delicada oferenda. Ela freqüenta o grupo há mais de quinze anos, anteriormente com o esposo, ora desencarnado, e de quem Divaldo recebeu bela mensagem há dois anos, confortando-a, significativamente.
 
Após as grandes alegrias ali vividas, retornamos a Viena.
 
No dia sete, pela manhã, os gaúchos realizaram conosco uma pequena volta pela cidade e, às 19h, todos acorremos à Sociedade para estudos espíritas Allan Kardec para um encontro, que Divaldo denominou como a noite da gratidão a esses amigos gaúchos corajosos e gentis que realizaram a grande excursão ao seu lado por mais de vinte e cinco dias... Era a única maneira de que dispúnhamos para dizer-lhes do nosso afeto e reconhecimento.
 
Diversos amigos de Viena foram à reunião com entrada aberta, somente, porém, para os que podiam entender a língua portuguesa, porque, nesse mesmo dia Edith Burkhard retornou a Winterthur, preparando-se para a programação na Suíça, logo mais.
 
Estiveram presentes 46 pessoas dos diversos centros, quando, após as explicações do seu presidente Josef, fomos convocado à oração de abertura e a palavra foi passada ao Divaldo, que proferiu uma palestra sobre a responsabilidade dos brasileiros que se encontram fora da pátria e são espíritas. Têm eles contribuído expressivamente para a divulgação da Doutrina nos respectivos países em que residem, dando cumprimento à tarefa do Brasil, como pátria do Evangelho, na formosa alegoria do Espírito Humberto de Campos, oferecendo ao mundo a proposta de Jesus renovada no Espiritismo.
 
Durante oitenta minutos o nosso irmão expôs com gravidade a situação do planeta e as sublimes diretrizes para a sua regeneração, especialmente nesta década, evitando maiores dramas coletivos.
 
Ao terminar, predispôs-se a responder perguntas que não houve, ensejando a visualização terapêutica inspirada na peça Miserere, dando lugar a uma psicosfera de amor e ternura.
 
A reunião foi encerrada com emoção e reconhecimento de todos.
 
No dia oito, durante todo o dia permanecemos no lar e Divaldo psicografou quatro mensagens, sendo três do Espírito Joanna de Ângelis e uma do Espírito Vianna de Carvalho.
 
Não tivemos atividade doutrinária, e, por isso, saímos um pouco a ver a cidade, pela primeira vez na larga jornada.
 
ZURIQUE/SUÍÇA
 
No dia nove, despertamos às 4h30 a fim de tomarmos o voo para Zurique, onde fomos recebidos por Gorete Newton que nos conduziu ao G-19, onde nos esperavam as irmãs Teres Studer (viúva de André) e Andréa que hoje dirige a instituição.
 
Após ligeira refeição buscamos o justo descanso, a fim de, logo mais, às 19h, ser iniciado o labor na Volkhaus Zurich, a grande sala alugada por Beatrice LichAll, presidente do grupo Luz, Amor, Liberdade, Amizade e Cura, para o tema proposto: A vitória da vida sobre a morte.
 
Era a primeira vez que, em Zurique, Divaldo falava fora do G-19 e a expectativa era muito grande.
 
Estavam presentes duzentas e catorze pessoas, seu maior público na Suíça, com amigos que foram da Itália, da Bélgica, de Luxemburgo, da Áustria, brasileiros residentes no país e os amigos gaúchos, e, sem dúvida, os suíços.
 
Com palavras de Valdemir e palavras da Sra. Beatrice, foram apresentados o médium, a tradutora Edith Burkhard, o DVD da Mansão do Caminho, que a todos sensibilizou, e, de imediato, foi passada a palavra ao nosso médium.
 
Visivelmente inspirados, o orador e a intérprete narravam a fábula escrita por Somerseth Maugham, à oriental, sobre a morte em Samarra, no antigo Iraque, seguindo as análises filosóficas e históricas sobre a vida, a morte e a imortalidade, prendendo o auditório que se mantinha fixado no conteúdo.
 
Analisando a personalidade de Jesus e a grandeza da Sua doutrina de amor, Divaldo falou sobe o contato que o Senhor mantinha frequentemente com os desencarnados, exaltando o momento da Transfiguração, no Tabor e culminando com o surgimento do Espiritismo, os estudos de Allan Kardec, e narrando a sua própria conversão entre emoções generalizadas que variavam da seriedade ao sorriso ante uma ou outra nota de humor.
 
Ao terminar, a oração foi impressionante, demorada e com todo o auditório de pé.
 
Houve o intervalo de vinte minutos e os autógrafos nas obras traduzidas ao alemão, dez títulos que se encontravam expostos e alguns em português, entre sorrisos e demonstrações naturais de simpatia e amizade.
 
Logo depois, foram apresentadas mais de quarenta perguntas, vinte e duas das quais foram respondidas, sendo que, numa delas, sobre a eutanásia e noutra sobre o suicídio, o auditório ergueu-se de pé em novo aplauso sensibilizador.
 
Às 22h, foi encerrado o notável evento, com novo aplauso de pé, alguns mimos oferecidos ao orador, à tradutora, ao Valdemir, a Beatrice, sendo Divaldo convidado a voltar em próxima oportunidade.
 
Comovidos e profundamente gratos a Deus, retornamos ao G-19, com Josef, Rejane que o acompanharam de Viena e Tina que veio de Roma especialmente para as atividades finais.
 
Despedindo-se dos irmãos gaúchos que viajaram no dia imediato, as saudades começaram a instalar-se nos corações.
 
No dia dez, ficamos no apartamento trabalhando e, às 20h, teve início as formosas atividades no G-19, com o seminário sobre a Depressão, suas causas e consequências, sua cura e renovação do indivíduo.
 
Tivemos um recorde de público com a presença de cento e catorze pessoas que lotaram a sala, numa alegria incomum.
Apresentado o orador pela querida Andréa, de imediato Divaldo e Edith iniciaram a alocução rica de detalhes históricos e científicos a respeito da depressão, atendendo ao programado. Por oitenta minutos, Divaldo demonstrou a gravidade do transtorno, os recursos psicoterapêuticos, e o esforço que o paciente deve fazer, a fim de libertar-se desse mal, hoje de natureza pandêmica.
 
O público esteve atento e vibrante.
 
Foi dada a pausa habitual de vinte minutos, durante os quais Divaldo autografou livros e atendeu as pessoas, logo passando para a visualização terapêutica ao som do Miserere, conforme ocorreu em outras cidades.
 
Divaldo concedeu uma entrevista à Rádio Fraternidade de língua portuguesa.
 
Ao terminar, todos nos encontrávamos luarizados pela esperança e pela paz.
 
Tivemos a presença de amigos que vieram da Itália, da Áustria, de Luxemburgo, da Bélgica e muitos brasileiros residentes no país.
 
No dia onze, às 10h, foi iniciado o seminário para um público de setenta pessoas sobre o tema Depressão, suas causas e consequências. Transtornos obsessivos
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Divaldo, inicialmente, apresentou fatos históricos demonstrando a comunicabilidade dos Espíritos, depois referiu-se a Jesus, e, por fim, ao Espiritismo, estudando a mediunidade e os fenômenos obsessivos.
 
Houve o intervalo e, após, ele narrou uma experiência dolorosa sobre obsessão depressiva, encerrando-se o labor matinal às 12h30.
 
Às 14h, Flávio Benedetto, que veio de Mannheim (Alemanha), tocou duas peças ao piano, Liszt e Chopin, dando um toque de beleza ao seminário.
 
De imediato, Divaldo prosseguiu com um estudo filosófico sobre o amor, apresentando-o com definições de crianças entre quatro e oito anos.
 
Após o intervalo, sempre com tradução de Edith ao alemão, respondeu a perguntas durante 1h15minutos, encerrando-se as atividades no G-19.
 
WINTERTHUR/ZURIQUE
 
Às 18h, seguiu a Winterthur para a conferência no Centro de Estudos Espíritas Allan Kardec, onde estavam reunidas cento e sessenta e quatro pessoas, abordando o tema Transição planetária e suas consequências para a humanidade.
 
Durante oitenta minutos, com tradução de Edith, Divaldo discorreu sobre o grande fenômeno da transição e os benefícios que advirão para a sociedade que penetrar na Era Nova do Espírito Imortal.
 
Terminada a belíssima conferência, em que foi demoradamente aplaudido, permaneceu no recinto dando autógrafos.
 
Além de irmãos de outros países que nos estiveram acompanhando desde o dia nove, tivemos a grata satisfação de anotar mais outros da Alemanha e da Holanda, que foram especialmente participar das atividades na Suíça.
 
No dia doze, às 10h, Divaldo prosseguiu no labor do seminário no G-19, com a presença de setenta e um inscritos, abordando o tema da depressão sob angulações novas e especiais.
 
Narrou exemplos de processos depressivos e das terapêuticas próprias, entremeando de agradáveis e joviais referências.
 
Houve o intervalo normal e, ao retornar, prosseguiu na abordagem do tema.
 
Depois do almoço, Divaldo abordou conceitos dos Drs. Dean Ornich, Alfredo Adler, Elisabeth Lukas e outros até o momento do intervalo.
 
Foi apresentada uma peça de Chopin ao piano pelo Flávio.
 
Após o intervalo, Divaldo respondeu as perguntas apresentadas, convidou Flávio a tocar a Sonata ao luar, de Beethoven, e realizou a visualização terapêutica, encerrando o seminário entre emoções e saudades.
 
De imediato, foi realizada uma nova reunião para a fundação do Centro Espírita Suíço Allan Kardec (de língua alemã), com Edith como presidente, Valdemir como vice-presidente, Flávio como tesoureiro e Marina como secretária.
 
Comentada a finalidade da novel instituição, Divaldo foi nomeado para dirigir a reunião e proferiu belas palavras recordando Allan Kardec e o primeiro Centro Espírita, como a Casa do Caminho, fundada por Simão Pedro,em Jerusalém, e ouviu todos os interessados. Josef, Rejane, Tina, Divaldo e nós outro fomos nomeados sócios fundadores e honorários, abrindo bela perspectiva para o futuro do movimento espírita no país.
 
Logo depois, foi encerrada com júbilo a reunião de fundação do centro e os amigos da Áustria e da Itália despediram-se, viajando de retorno aos lares.
 
Ficaram as recordações e o profundo reconhecimento.
 
No dia treze, pela manhã, teve lugar no G-19, mais uma conferência proferida por Divaldo sobre o tema A problemática da doença, para um grupo de oitenta pessoas.
 
Divaldo esteve magnífico, porque narrou a sua experiência no seminário que realizou nos Estados Unidos, a expensas de um hospital com o oncologista Dr. Bernie Siegel, sobre doenças do ponto de vista acadêmico e espírita.
 
Abordou a problemática da saúde e da doença, conforme os padrões da Organização Mundial de Saúde e da Codificação do Espiritismo.
 
Depois de sessenta minutos, houve uma pausa de quinze minutos e foram respondidas as perguntas apresentadas com imensa alegria.
 
Por fim, o momento da gratidão e do encerramento das atividades nos últimos cinco dias em Zurique.
 
Às 14h30, seguimos a Lauterach (Vorarlberg), na Áustria, sob a direção de Valdemir e com diversos amigos que nos acompanharam para o encerramento da temporada doutrinária pela Europa.
 
O tema proposto foi Provas científicas da reencarnação, no Grupo de Estudos Espíritas Allan Kardec para um público constituído por setenta e cinco pessoas, com tradução ao alemão por Edith Burkhard.
 
Divaldo apresentou o tema de uma forma brilhante. Falando sobre a memória cerebral e extracerebral, conforme o pensamento de Banerjee, o parapsicólogo indiano, que muito estudou a reencarnação. Narrou casos probantes das existências sucessivas, as investigações modernas pelos Drs. Brian Weiss, Morris Netherton e outros cientistas, culminando com narrativas de fatos extraordinários.
 
Por oitenta minutos, esteve o nosso amigo entretecendo considerações sobre a Justiça Divina e as propostas do Espiritismo, encerrando a magnífica atividade com bela mensagem de conforto moral e de esperança.
 
Aplaudido demoradamente, Vânia, a presidente do GEEAK, agradeceu a sua e a presença de todos, convidando-nos ao retorno em próxima oportunidade.
Retornamos a Zurique em duas horas de viagem acompanhados pela caravana, que se despediu e buscamos o repouso, a fim de despertarmos às 4h da manhã para iniciarmos a viagem de retorno, via Lisboa e depois Salvador.
 
Louvamos e agradecemos a Deus todas as messes, bem como ao incomparável Mestre que nunca nos abandonou e permitiu que os seus Mensageiros estivessem conosco, ajudando-nos na larga atividade empreendida com saúde e paz, com as mesmas concluindo.
 
Nilson de Souza Pereira.
Fonte: Presença Espírita – Encarte Especial – julho/agosto 2011.
Em 15.09.2011.
 
     
 
 
 
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