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Um semeador do bem


No mundo existem sementes e existem semeadores...

Há sementes de flores e sementes de espinhos; sementes que produzem bons frutos e sementes que produzem ervas venenosas.

... E o Semeador saiu a semear...

Desejava fazer da Terra um belo jardim...

As sementes que ele espalha, são sementes especiais... porque ele também é especial.

São sementes especiais porque só florescem no solo dos corações...

E sua voz é instrumento precioso capaz de sulcar o solo estéril de corações ressecados, trazendo recados de um mundo de luz, com muita ternura, afeto e fervor...

É um jardineiro que planta a esperança, com disposição de criança, renúncia e amor.

Sua voz diz bem mais do que simples palavras... deixa pérolas encravadas na alma e na mente daquele que sente sede de saber e de paz.

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Era abril de 1954, quando esse Semeador do Bem chegou, pela primeira vez, na Terra dos Pinheirais, trazendo no alforje sementes de amizade, de esperança, ternura e carinho...

Nem o frio, nem a distância, nem o cansaço, o puderam deter...

E as pedras do caminho?
E os espinhos?

Só um jardineiro divino pode saber que com pedras também se constroem abrigos...E que os espinhos protegem a beleza da flor...

Era inverno de 1954... cinqüenta anos se passaram: proclama o tempo do relógio...

Mas, e o tempo do coração, quem poderá medir?
Sim, quem será capaz de medir o tempo pelas batidas de um coração?

O tempo do coração não se pode medir, só se pode sentir...

Sentir o que as batidas têm a dizer sobre um certo Semeador... que proclama aos quatro cantos do mundo... que a luz existe, que o amor resiste, e que a fé persiste... sempre.

Em cada coração sobre o qual uma semente caiu, uma gota de afeto pingou, certamente uma flor já brotou...

Flores de esperança, de amizade, de alegria, de sabedoria, de otimismo... de amor.

Sementes que são levadas pelo vento, se espalham no ar e vão formar novos jardins... produzindo novas sementes e flores a cada primavera... em cada Continente...

Receba, amigo, as flores singelas da nossa mais profunda ternura...
São flores silvestres, bem o sabemos, mas foram colhidas no jardim do nosso coração...flores que foram regadas a cada estação, com carinho e dedicação, com persistência e devoção.

“O calendário diz que já passou muito tempo...
Mas a memória ignora: é como se tivesse acontecido ontem...
Assim é: o que a memória ama fica eterno. Eternidade é o tempo quando o longe fica perto.”
Bem perto do coração...

Fonte: Jornal Mundo Espírita - Abril/2004

 
     
 
 
 
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