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FEB lança primeiro livro de Pastorino psicografado por Divaldo Franco




Em papel chamois fine 70, belíssima capa em dourado, a Federação Espírita Brasileira lançou, em sua sede no Rio de Janeiro (Avenida Passos, 30), no último 8 de agosto, Impermanência e Imortalidade, o primeiro livro de Carlos Pastorino (Espírito), psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, ocasião em que também proferiu palestra e concedeu autógrafos.

Carlos Juliano Torres Pastorino nasceu no Rio de Janeiro em 4 de novembro de 1910 e desencarnou em Brasília (DF), em 13 de junho de 1980. Escritor, jornalista, teatrólogo, radialista, historiador, filólogo, filósofo, professor, poliglota, poeta e compositor. Falava fluentemente vários idiomas e traduziu obras de vários autores ingleses, franceses, espanhóis, italianos, clássicos latinos e gregos.

Escreveu mais de 50 livros, sendo que apenas 28 foram publicados. Entre eles o famoso “Minutos de Sabedoria”, “Técnicas da Mediunidade” e o clássico “Sabedoria do Evangelho”, do qual foram editados oito volumes.

Como compositor, deixou um legado de 31 peças musicais para piano, orquestra, quarteto de cordas e polifonia a três e quatro vozes.

Em Impermanência e Imortalidade, em textos refinados e de profundo conteúdo moral, o autor espiritual abre espaço para a meditação sobre trechos das Escrituras de diversas tradições religiosas e filosóficas. A Bíblia, o Corão e os Vedas merecem citações respeitosas, bem como o pensamento de Buda, Krishna, Sri Aurobindo, Swami Vivekananda, Sócrates, Platão, Krishnamurti, Confúcio e Lao-Tsé. Fazendo preciosos paralelos entre os ensinamentos espíritas e de Jesus - guia e modelo de conduta para o ser humano - e os dos missionários de diversos povos, Pastorino demonstra a força da Verdade universal no ensino das diversas Revelações que foram oferecidas à Humanidade.

“São reflexões pessoais que vimos fazendo do lado de cá, em confronto com as experiências da caminhada terrena, na qual se encontram os companheiros de jornada evolutiva. Desejamos, sinceramente, que possam contribuir para despertar alguém que se encontre adormecido ou que, já desperto, venha postergando o momento de maior integração com os excelentes valores da Vida”, afirma, no prefácio da obra.

Fonte: Jornal Mundo Espírita - Setembro/2004

 
     
 
 
 
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