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A psicografia do médium Divaldo Franco – II Testemunho do Jornalista Mendes Ribeiro


Ex-Deputado e Jornalista Mendes Ribeiro deu impressionante testemunho da mediunidade do médium Divaldo Franco

 

Para exemplificar o que dissemos no artigo anterior, sobre as explicações que se apresentam para justificar as mensagens e os livros atribuídos aos Espíritos e que os incrédulos recorrem a hipóteses animistas, do inconsciente, subconsciente, telepatia etc, trazemos um testemunho impressionante, envolvendo um reconhecido homem público, onde ele próprio prestou um depoimento em público em 1991, na cidade de Farroupilha/RS. O fato está registrado em vídeo, agora em DVD.

Estamos falando de um dos mais conceituados jornalistas do Rio Grande do Sul de todos os tempos, que foi o colunista do Jornal Zero Hora, o ex-Deputado Dr. João Alberto Mendes Ribeiro (1929-1999). Perante um auditório lotado, num ginásio onde estavam presentes mais de 3.000 pessoas, na apresentação do orador da noite, que era o médium Divaldo Franco, o Dr. Mendes Ribeiro fez um espontâneo e incrível depoimento sobre a mediunidade de Divaldo Franco, e que precisa ser registrado nos anais da mediunidade e da psicografia. Mendes Ribeiro narrou que, quando ele esteve de passagem por Salvador (ele residia em Porto Alegre/RS), juntamente com sua esposa Marlene, em visita ao Centro Espírita Caminho da Redenção (fundado por Divaldo em 1947) e à Mansão do Caminho (obra social-educacional de Divaldo, fundada por ele em 1952), Mendes Ribeiro pediu permissão a Divaldo para conhecer e participar de uma reunião mediúnica lá praticada, na qual se faz doutrinação dos Espíritos necessitados. Acompanhou com interesse toda a reunião mediúnica (estas reuniões mediúnicas são realizadas por Divaldo duas vezes por semana, desde 1947, reuniões que ocorrem com ou sem a presença de Divaldo, já que ele tem a agenda repleta de viagens, palestras e entrevistas). Qual não foi a surpresa de Mendes Ribeiro por ele receber uma mensagem nesta reunião mediúnica, psicografada pelo médium Divaldo, endereçada a ele mesmo Mendes Ribeiro!!!

A mensagem que lhe foi inesperadamente dirigida deixou-o atônito, porque era firmada por um Espírito que nem ele, nem sua esposa, nem Divaldo e ninguém presente nesta reunião mediúnica jamais tinham ouvido falar. Se fosse só isso já chamaria a atenção e demandaria muitas pesquisas e reflexões. Mas o curioso é que na mensagem o Espírito informou não somente o seu nome, mas também a data de seu nascimento e morte na última encarnação (ele havia desencarnado havia 60 anos). Além disso, informou o cemitério em que fora enterrado (em Porto Alegre/RS), o número da tumba, o número de um processo judicial relacionado à sua morte que estava em andamento havia 20 anos (possivelmente se refere ao seu Inventário e seus cabíveis incidentes processuais).

Como se não bastasse tudo isso, que já é mais que extraordinário, o Espírito deu a descrição, os nomes e muitos detalhes relacionados especificamente aos seus familiares!!!

Perguntamos como explicar um fato como esse. Como foi possível ao médium transmitir tantas informações, absolutamente particulares, que mesmo que estivessem presentes pessoas muito próximas da própria família do Espírito comunicante poderia lembrar de todas elas, anteriores fazia 60 anos?

Para saber de todas as informações, e se pretendesse defender hipóteses do inconsciente, telepatia etc precisariam estar presentes simultaneamente o advogado que cuida do processo do inventário, a viúva, os filhos, os irmãos, amigos, com avantajada memória!!

Lembrando do conteúdo de nosso último artigo, abordando as justificativas animistas (inconsciente e subconsciente) que, em geral, se apresentam para tentar explicar fatos como este, neste caso é absolutamente impossível tentar recorrer a tais explicações porque ninguém presente nesta reunião mediúnica conhecia ou sequer jamais tinha ouvido falar desta pessoa.

Vamos transcrever trechos do depoimento dado pelo próprio Mendes Ribeiro, que melhor expressam o acontecimento:

Conto-lhes, como repórter e jornalista que sou, uma experiência que tive na Mansão do Caminho. Lembro que tive a ventura de ver psicografada por Divaldo P. Franco uma mensagem a mim dirigida. Assinava a mensagem o Coronel Francisco Dornelles, pessoa da qual eu nunca tinha ouvido falar. Francisco Lopes de Almeida era seu nome completo, e na mensagem havia menção do número do túmulo onde estava enterrado seu corpo e o nome do cemitério, Cemitério da Santa Casa de Misericórdia em Porto Alegre. Repórter (fiz questão de assim me apresentar hoje aqui), no dia seguinte telefonei a Porto Alegre e pedi a um colega que fosse até o Cemitério indicado e verificasse se no túmulo mencionado estavam os restos mortais de quem assinava a mensagem. Recebi a resposta, que o túmulo não está no Cemitério Sta Casa e sim no cemitério São Miguel e, antes que eu redarguisse, meu colega Sergio Lima, nome do colega repórter, disse-me: “Mendes Ribeiro, há um detalhe, este túmulo efetivamente pertencia ao Cemitério Santa Casa mas a irmandade São Miguel comprou a nesga de terra na qual foi erguido o túmulo em apreço. Hoje, pertence ao Cemitério São Miguel, mas na época da morte, tal como contido na mensagem, pertencia ao cemitério Santa Casa.”

 Não ficou por ai a coincidência para os descrentes. Estava descrito com minudências, quem era quem, quem eram as pessoas da família e, sobretudo, um número que era exatamente o número do processo que deveria ser consultado para por um fim a uma lide jurídica que se arrastava havia mais de 20 anos. É o meu testemunho, sobre a palavra e a verdade deste incansável pregador do Bem, que eu tenho a suprema honra de apresentar esta noite, como se apresentá-lo fosse preciso: Divaldo Pereira Franco.

Estamos trazendo somente um exemplo do tipo de casos em que fica impossível recorrer a hipóteses psicológicas ou psicanalíticas para explicar o ocorrido. Assim como esse caso, existem centenas de outros semelhantes, na história mediúnica e psicográfica envolvendo o médium Divaldo Franco, como também muitos outros médiuns.

Este tipo de fato merece registro porque muito contribuiu para dar convicção espírita a este grande jornalista e também vale para qualquer um como uma comprovação da mediunidade. Da mesma forma interessou e interessa para qualquer pessoa que quer melhor compreender e estudar os fenômenos paranormais. Faz igualmente refletir sobre os laços e os nexos espirituais que existem entre os Espíritos, que muitas vezes podem escapar totalmente à compreensão terrena...

 

Artigo gentilmente cedido por Washington L. N. Fernandes, de São Paulo, SP.

Em 01.03.2010.

 

 
     
 
 
 
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