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Não é mais Divaldo que vive, mas...




O Jornal Mundo Espírita teve a feliz idéia de abrir um espaço mensal para comentar a atuação do médium Divaldo Franco (1927- ), princi-palmente no Exterior, dando notícias de suas lutas, dificuldades, do seu idealismo para divulgar o Espiritismo, com a certeza de que saber de seu histórico de trabalho é ter conhecimento da própria caminhada da Doutrina Espírita no mundo. Divaldo é o médium, o homem, cuja vida se voltou totalmente ao Espiritismo e ao Evangelho, desde 1947, através de todas as formas que lhe foram possíveis e por isso sua folha de serviços é admirável e incomparável.

Conhecendo os detalhes de suas atividades no exterior, melhor compreenderemos sua missão na difusão da Terceira Revelação. O médium Divaldo está para a difusão do Espiritismo exatamente o que Paulo de Tarso representou para a difusão do Evangelho.

Paulo, conforme notícias constantes nos Atos dos Apóstolos, esteve em pelo menos sessenta cidades e doze países. Suas viagens totalizaram cerca de 25 mil km, o que na época era admirável pois nem havia meios de transporte disponíveis e podemos dizer que ele foi o responsável por sedimentar a mensagem do Evangelho no Oriente e trazê-la para o Ocidente. Da mesma forma Divaldo, que tem tido a missão de fomentar o Espiritismo na pátria mais espírita do mundo, o Brasil, além de difundi-lo em outros lugares e países, muitos deles abalados pelo histórico de guerras e ditaduras, ou onde nunca se tinha falado da Doutrina de Allan Kardec. Curioso que o próprio Codificador (Revista Espírita, junho/1862, em Assim se Escreve a História) profetizou que o Espiritismo teria seus Paulos de Tarso e não há dúvida que o médium Divaldo é um deles. Seu impressionante curriculum tem mais de 12 mil conferências, das quais três mil foram no Exterior, e há décadas são mais de 230 palestras ao ano, ou seja, uma incansável “máquina” de divulgação e propaganda. Das mais de mil cidades em que esteve, 350 são fora do Brasil. Só no Exterior percorreu mais de dois milhões e quatrocentos mil km (o corres-pondente a 57 voltas ao redor da Terra e ir oito vezes até à Lua). Da mesma forma que Paulo de Tarso, Divaldo tem ajudado a criar centenas de núcleos cristãos (espíritas), no Brasil e no Exterior (só com o nome Joanna de Ângelis, seu Guia Espiritual, há centenas deles em toda a parte), como também há vários anos tem um volume enorme de “epístolas” (cartas), que responde regularmente (mil por mês), para confrades de todo o país e do Exterior, nas quais, além de uma palavra de aconselhamento, oferece orientações para dirigentes dos núcleos espíritas que ajudou a criar por onde passou, como o fazia Paulo às comunidades cristãs por ele formadas.

Além disso, recebeu mais de 150 home-nagens em outros países, vendeu no Exterior mais de 100 mil de seus livros psicografados, os quais foram vertidos para quinze idiomas, esteve mais de 100 h na mídia internacional (rádio e TV).

Admirável que sua atuação pela oratória no Exterior é uma pequeníssima parte de sua missão espírita, pois sua divulgação oral no Brasil é quatro vezes maior, além dele ter também uma tarefa social-educacional em Salvador, a Mansão do Caminho, por onde passam gratuitamente, todos os dias, três mil e quinhentas crianças, e ele tem também a psicografia, que já ensejou cerca de duzentas obras e vendeu mais de sete milhões de livros. Divaldo entregou a vida ao Espiritismo e por isso não é mais ele que vive mas o Cristo e Allan Kardec que vivem nele.

Sobre as realizações e pioneirismo deste “apóstolo” espírita a partir deste número estaremos comentando nesta coluna...

Washington Luiz Nogueira Fernandes

Fonte: Jornal Mundo Espírita - Setembro/2006

 
     
 
 
 
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