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Transtornos psiquiátricos e obsessivos




Com esse título, a Livraria Espírita Alvorada Editora (Leal) lançou o mais recente livro do Espírito Manoel Philomeno de Miranda, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, numa edição considerável de 15 mil exemplares, confiante no êxito alcançado pelas publicações anteriores do mesmo autor, abordando a temática das obsessões e os transtornos psiquiátricos, considerando-os fatores atuantes nos planos espiritual e material neles envolvidos.

A obra focaliza a criação, em uma clínica psiquiátrica de orientação espírita, de uma reunião de desobsessão para apoio ao tratamento ali realizado no atendimento a portadores de alienações mentais, que assim se recuperavam de erros clamorosos cometidos no passado. Com esse objetivo, foi realizado um evento num imenso anfiteatro na Espiritualidade, com a presença de grande número de participantes e muitos espíritos reencarnados, levados por seus abnegados guias, ocasião em que as surpresas de encontros e reencontros agradáveis davam um ar festivo àquela verdadeira comunhão de bênçãos.

O evento contou com a presença de Espíritos de escol, como Adolpho Bezerra de Menezes, que presidiu a assembleia, José Petitinga, Juliano Moreira, Ignácio Ferreira e outros conhecidos por sua longa folha de serviços em prol dos Espíritos envolvidos com a problemática psíquica e obsessiva.

O Dr. Ignácio Ferreira assomou a tribuna fazendo um histórico do desenvolvimento das terapias libertadoras do sofrimento, especialmente os de natureza obsessiva, afirmando: O caminho seguro a percorrer apresenta-se-nos como o amor em todas as suas expressões.

Nova reunião foi marcada para o dia seguinte, com a presença de um grupo de irmãos dedicados, que aguardavam informações sobre as novas programações que estavam em delineamento, a fim de ampliar o atendimento desobsessivo aos enfermos. Convidado, nominalmente, para participar da organização do novo desafio, o Dr. Ignácio anuiu, chamando José Petitinga e Manoel Philomeno de Miranda a participarem da reunião que contou com a presença do casal Antonelli – trabalhadores espíritas quando encarnados e que prosseguiam agora com as atividades de auxílio aos portadores de alienações mentais – e outros que discorreram sobre as dificuldades iniciais enfrentadas quando programaram a construção de um hospital psiquiátrico, nos recuados anos 50 do século passado. A narração do devotado servidor encheu de alegria a todos ante as novas programações, perfeitamente atuais em relação às conquistas das doutrinas psíquicas e da sua utilização nas práticas espíritas.

Coube ao Espírito Eurípedes Barsanulfo focalizar a importância daquele desdobramento do Sanatório Esperança, ampliando suas atividades para finalmente declarar inaugurado aquele novo serviço de caridade e amor.

O livro permite ao leitor acompanhar os trabalhos iniciais de desobsessão na Clínica Psiquiátrica, com o relato de diversos atendimentos, dos diálogos entre os doutrinadores e os Espíritos sofredores ali atendidos, tudo sob a orientação dos Espíritos responsáveis pelas atividades da clínica.

No capítulo 15, intitulado Compromissos com o Espiritismo, o Espírito José Petitinga relata situações por ele observadas em uma outra instituição, passíveis de ocorrer quando pessoas frívolas e descomprometidas com a seriedade da Doutrina Espírita são colocadas em postos administrativos do Centro, porque possuidoras de recursos amoedados e bem situadas socialmente, no entanto, sem qualquer preparação emocional e espiritual para o cometimento. Médiuns despreparados e atormentados, experimentando injunções obsessivas, umas sutis, outras mais vigorosas, logo se deixaram embair pelas possibilidades fenomenais e quase sobrenaturais anunciadas, abrindo portas a realizações deploráveis. E mais adiante: Apesar das tentativas de auxílio dos fundadores desencarnados, todas eram rechaçadas pela imprevidência dos revolucionários descuidados. Informavam que se tratava de novas técnicas, apelando para a necessidade de atualização do Espiritismo.(...) Uma grande perturbação tomou conta das pessoas e logo se dividiram em grupos: os que preferiram ficar fiéis ao sistema anterior, os que desejavam impor as novas diretrizes, abrindo espaço para as práticas animistas-africanistas, por sentirem que tinham missão nessa área, e, por fim, reduzido número daqueles que teimavam em considerar desnecessária a educação mediúnica.

Mais adiante, comenta o Espírito José Petitinga: A situação das disputas havia chegado ao nível infeliz de serem realizadas três reuniões simultâneas em salas diferentes, com metodologias igualmente diversificadas. Numa delas eram utilizadas práticas animistas-africanistas, noutra se realizavam os labores da nova modalidade em alta consideração.

E após, comenta o mentor espiritual: Quando uma instituição de qualquer natureza, particularmente espírita, apresenta-se dividida, está às bordas da ruína.

Os 20 capítulos do livro, com 300 páginas, fazem uma verdadeira varredura nos aspectos ligados aos problemas psiquiátricos e obsessivos, observados dos planos material e espiritual.

Fonte: Serviço Espírita de Informações nº 2134, de 21.02.2009.
Em 16.03.2009.

 
     
 
 
 
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