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Jesus e a semeadura do amor


Cláudia Farache Lemos

E o semeador saiu a semear.

Refletindo sobre a parábola do semeador, e a constância, persistência e perseverança daquele que semeia em todos os terrenos, numa atitude sincera e desinteressada, sem esperar resultados imediatos, e sem menosprezar, nem discriminar nenhum tipo de terreno, temos a certeza de que o semeador não poderia ser outro, senão o próprio Jesus; a semente lançada é sua boa nova de luz; e os terrenos variados, os nossos próprios corações e mentes, nem sempre em sintonia com as verdades eternas.

igualmente a Jesus, porém, sempre o considerando como modelo e guia, conforme nos esclarecem os espíritos na obra básica da codificação kardequiana, outros apóstolos do bem também lançaram as suas sementes de amor, num verdadeiro sacerdócio de abnegação e devotamento.

Vamos citar apenas dois que, embora separados por uma distância considerável, vivendo em contextos históricos totalmente diversos, com obstáculos diferentes a serem enfrentados, lançaram as sementes do amor em terrenos os mais variados, inclusive aqueles onde nenhuma semente de boa qualidade havia ousado chegar.

Paulo de Tarso – o apóstolo dos gentios, no século I da nossa era.

Divaldo Pereira Franco – o semeador de estrelas, nos séculos XX e XXI, também da nossa era.

Duas personalidades diversas, duas realidades diferentes, dois contextos sócio-histórico-culturais extremamente dicotômicos. Um mesmo objetivo, um mesmo ideal, um mesmo sonho: lançar as sementes da boa nova do doce nazareno em terrenos desconhecidos, sem esperar colheitas imediatas, mas com a convicção de que a semente de boa qualidade germinará sempre, porém, em tempos e espaços próprios, através da imensidão da eternidade.

Paulo de Tarso e o sonho realizado de levar o Evangelho de Jesus aos gentios. Graças à sua tenacidade, perseverança e fé, tivemos a oportunidade de conhecer o Cristo.

Divaldo Franco e o sonho de pregar o Espiritismo em terras distantes, onde os terrenos ainda virgens dos corações não haviam conhecido a semente de luz do Evangelho de Jesus sob a ótica do consolador prometido. Graças à sua persistência, abnegação e devotamento, o Espiritismo já chegou a 62 países, nos 5 continentes, inclusive num país muçulmano – a Turquia, onde a luz do consolador jamais havia chegado.

Dois espíritos, duas histórias, dois contextos e um único sonho: dar prosseguimento à semeadura de amor do meigo rabi da Galiléia: Jesus, o Cristo de Deus.

Para nós outros, fica o exemplo do poder da fé que remove montanhas!

Fonte: Revista Presença Espírita. julho/agosto.2008, ed. Leal.

 
     
 
 
 
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