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Amar: síntese da sabedoria universal


Vivemos um contexto social anárquico, uma hora psicológica muito confusa. Os valores éticos estão perturbados e se assevera que as instituições estão falidas, o que é uma visão distorcida da realidade. A nossa ótica está alterada em relação ao mundo.

Deixemos que Jesus penetre em nós, que suavemente Ele chegue até nós e dulcifique-nos, permitindo que a balada da montanha volte a cantar nas paisagens do nosso mundo interior e expulsemos de nós a tristeza, a melancolia, os ressentimentos e mágoas, a sede de vingança e de desforço e deixemos que o Suave Rabi da Galileia tome conta das nossas paisagens íntimas.

É verdade que carregamos um fardo que sobre os ombros pesa e nos faz encurvar. É verdade que estamos vinculados à grande noite do passado quando delinquimos. É verdade que somos herdeiros das nossas realizações transatas, é verdade que a chamada libertadora do Evangelho não encontrou ressonância nas nossas almas. É verdade que as nossas aspirações superiores não se concretizaram. Mas o Senhor mandou-nos seguir os caminhos infinitos do mundo, para que pudéssemos enfrentar as dificuldades e as dissenções. Prometeu-nos seguir conosco e, abençoando-nos, tomar de nossas mãos pela senda da procura interior para que o Reino dos Céus pudesse espraiar-se dentro de nossas almas.

Meus filhos, é necessário romper todas as algemas que nos atam às experiências infelizes pretéritas do nosso processo de evolução. Hoje, soa o momento da nossa renovação íntima, porque a mensagem do Mestre domina as paisagens da nossa vida íntima. Não nos escusemos de amar! Não façamos uma colocação arbitrária de julgamento infeliz sobre a nossa conduta, nenhuma autocondenação, nenhuma exaltação desnecessária, mas a entronização de Jesus em nosso sentimento e em nossa mente para que Ele comande a nossa vida no rumo da nossa imortalidade gloriosa.

Agora que sabeis, ide e amai. Ide e vivei o Mestre nos vossos atos cotidianos em todos os momentos da vossa existência. Não vos sintais deserdados nem a sós. Seres bem-aventurados seguem convosco, tomam das vossas mãos na noite escura, nas encruzilhadas das decisões e conduzem-vos pela estrada luminífera do acerto. Vimos em nome dos benfeitores da nossa Causa concitar-vos à restauração do Evangelho pela vivência, no deserto em que se transformou a Terra.

Adubai com o suor da vossa abnegação e com o sangue do vosso sacrifício a terra árida, para que as sementes de luz da Era Nova comecem a germinar e logo mais, liberados da matéria como nós outros, possais ver o campo reverdecer as flores, e os frutos opimos multiplicarem-se na sociedade feliz em cujo seio estareis conosco nas experiências do futuro. Levantai-vos meus filhos, e amai! Toda a síntese da sabedoria universal está na conjugação do verbo amar.

Suplicando ao Divino Amigo de todos nós que nos abençoe e que nos liberte de nós mesmos, envolva a vós outros aqui, e a humanidade inteira em geral, em ternura, o amigo paternal e humílimo de sempre.

Bezerra
Psicofonia de Divaldo Pereira Franco, em 14.8.1994,
 no encerramento da 1ª Conferência Estadual Espírita,
no Colégio Lins de Vasconcellos, em Curitiba/PR.
Em 5.1.2021.

 
     
 
 
 
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