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Vivência do amor


Meus filhos:

Que o Senhor nos abençoe e nos guarde na Sua paz.

A reencarnação, a nobre fiandeira dos destinos, promovendo o Espírito, etapa a etapa, faculta-lhe a conquista da plenitude, herdando de cada experiência os atavismos que devem ser superados no processo da evolução.

Repetimos, não poucas vezes, as experiências malsucedidas, revivendo os mesmos equívocos de que nos deveríamos libertar face à oportunidade de progresso. Em razão disso, encontramo-nos, não poucas vezes, aturdidos ante a  mirífica luz   do Evangelho e as amarras em  que  a  consciência permanece atada  ao  passado  de sombras.

O egoísmo, esse vírus perturbador do processo de libertação, propõe, então, através dos caprichos que sejam trazidos de volta, esses infelizes fenômenos que não foram totalmente liberados. É por isso, meus filhos, que ainda hoje, graças ao sublime contributo da Doutrina Espírita, aturdimo-nos, procurando avançar sem a liberdade de alçar voos mais amplos porque as lembranças do ontem jungem-nos às situações perniciosas que nos marcaram profundamente.

Tende, porém, a coragem de viver a madrugada nova, de assumir a decisão de desatar-vos dos laços perversos que vos retardam a marcha, no avanço pelas infinitas estradas do progresso.

Iluminados pelo conhecimento libertador, necessitais de o vivenciar através dos exemplos que o amor proporciona em evocação da incomparável  figura  de   Jesus Cristo.

O Mestre, exemplo máximo de conhecimento, por  haver sido  o Construtor do nosso planeta com Seus nobres arquitetos, não olvidou a experiência do amor, oferecendo aos infelizes que não podiam  discernir,  o  alimento  que atendesse à fome orgânica, o socorro à enfermidade, a dádiva de compaixão em relação às heranças das existências passadas. Por isso, multiplicou pães e peixes, porque a  multidão  tinha  fome,  levantou  paralíticos,  restituiu  luminosidade  aos olhos  apagados, desatou línguas amarradas na mudez, abriu ouvidos moucos à melodia da vida, ensejou a cicatrização das chagas  purulentas, mas também retirou a   hanseníase  moral que  os Espíritos carregavam, a fim de não retornarem aos mesmos processos  depurativos,  propondo que fizéssemos tudo isso em Sua memória, restaurando-Lhe os ensinamentos sublimes e as práticas inolvidáveis.

O  Espiritismo  chega  à  consciência  terrestre  para  servir  de ponte entre as diferentes ciências, iluminando-as com a fé racional, mas ao mesmo tempo, oferecendo o contributo sublime da caridade fraternal em todas as formas como se possa expressar.

Não vos esqueçais, portanto, nunca, em vosso ministério de libertação de consciências, da vivência do amor.

Avançai no rumo do progresso estendendo, porém, a mão generosa e o coração afável àquele que se encontra na retaguarda, necessitado de carinho e de ensejo iluminativo. Dai-lhe o pão, mas também a luz, na verdade, oferecei a informação doutrinária para demonstrar-lhe quanto vos faz bem esse conhecimento, em face das transformações morais para melhor, que vos impusestes, logrando os primeiros êxitos...

Este é o grande momento da transição e todos enfrentaremos dificuldades. Vós outros, principalmente, em razão dos compromissos elevados, experimentareis as dores talvez mais acerbas no cerne da alma, por meio de traições inesperadas, de enfermidades não avisadas, de solidão. E sem nenhum apoio aos sentimentos masoquistas, agradecei a Deus a bênção do resgate, enquanto vossas mãos estiverem segurando a charrua e lavrando a terra dos corações para ensementação da verdade.

Não desanimeis, nunca!

O instante mais perturbador da noite é  também  o  instante  que abre o leque de luz na direção da alvorada. Permanecei fiéis à proposta  que  herdastes  do  Egrégio Codificador do Espiritismo, sendo companheiros uns dos outros em nosso Movimento Espírita, preparando-vos para a lídima fraternidade no organismo social tumultuado da Terra dos vossos dias.

Jesus, meus filhos, inspira-nos, segue conosco.

Embora pareça que a sociedade marcha para o caos, o Grande Nauta conduz com segurança a barca da Terra e sabe que esses acidentes na lei do progresso não conseguem impedir o desenvolvimento intelecto-moral das suas criaturas.

Iluminai as vossas consciências, portanto, e amai até sentirdes plenamente a presença do Amor não amado...

Que o Senhor de bênçãos continue abençoando-nos são os votos que vos faz o servidor humílimo e paternal de sempre,

 

Bezerra
  Psicofonia de Divaldo Pereira Franco, no encerramento da Reunião do
Conselho Federativo Nacional, em 12 de novembro de 2006, em Brasília, DF.
Revisão do Autor Espiritual.
Em 7.1.2019.

 
     
 
 
 
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