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Ocorrências formosas


Não há muito, quando a Dra. Zilda Arns se encontrava reencarnada, o nosso Movimento Você e a paz, considerando os valores grandiosos da Pastoral da Criança, do soro caseiro, que prossegue salvando número incontável de crianças no mundo, e portadora de outros valiosos títulos de amor e abnegação pela humanidade, concedeu-lhe o troféu que é reservado às pessoas e Entidades que trabalham pela paz. Posteriormente, a eminente cidadã, estando no Haiti, exatamente quando ocorreu o terremoto lamentável, foi vítima do desmoronamento da catedral e desencarnou de maneira dolorosa, que sensibilizou o mundo civilizado.

No último dia 13, embora estando cirurgiado de duas hérnias de disco e do nervo ciático, que me afligiram por onze meses, ainda no período de convalescença, segui a Florianópolis para participar de uma exposição apresentada na Assembleia Legislativa do Estado sobre os Pacificadores, na qual se encontra o meu nome.

 Em solenidade muito bela e comovente, fui homenageado com a Medalha Zilda Arns, com que o Estado celebra a grandeza da sua filha extraordinária, ao lado de outras distinções. No discurso de agradecimento, solicitei ao Sr. Governador, presente ao ato, permissão para transferir a honra que me era concedida a Allan Kardec, codificador do Espiritismo, como normalmente o faço, repetindo o ato em relação às demais condecorações.

 O que me traz a estas lembranças é a ocorrência abençoada de haver sido um dos muitos que a homenagearam em nome da Paz, agora recebendo da sua memória o estímulo para o prosseguimento da luta, com destemor e abnegação, porque o sentido psicológico existencial é servir e amar. Admirador e seguidor de mulheres e homens notáveis que ofereceram e ainda ofertam a sua cooperação em favor da construção de uma sociedade feliz e pacífica, constatei pela enésima vez a vantagem de laborar com parte mínima que seja em favor do próximo e da sociedade como um todo.

Sempre compreendi que o mal prospera por ser filho espúrio do egotismo e porque os bons mantêm-se silenciosos e quase indiferentes às tragédias morais que assolam a Humanidade. Não basta deixar-se de fazer o bem, o que é, em realidade um grande mal. Muitos indivíduos pensam que o seu silêncio é suficiente para fazer barreira ao vozerio de desespero da multidão, e equivocam-se. É importante trabalhar pessoalmente em favor da ética moral, do trabalho, da família, dos valores que constituem uma sociedade rica de bênçãos. Graças ao movimento de alguns, vemos o mundo prosperar, o crime ser desmascarado, a falsa aparência tombar por terra e apresentar o criminoso disfarçado, que é um câncer devastador do grupo social.

Fazer o bem é dever de todos.

Divaldo Pereira Franco.
Artigo publicado no Jornal A Tarde,
 coluna Opinião, de 19.4.2018
Em 23.4.2018

 
     
 
 
 
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